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segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

António Monteiro Cardoso - Até Sempre!


Conheci o António há cerca de16 anos.

Desde aí tive, felizmente, um contacto assíduo com ele e pude conhecê-lo melhor.

António Monteiro Cardoso foi um historiador apaixonado e escreveu livros determinantes para a historiagrafia do século XIX: A Guerrilha do Remexido e A Revolução Liberal em Trás-os-Montes, (1820-1834) são, de acordo com os conhecedores, imprescindíveis.

Mas o António foi mais. Curioso, determinado, escreveu Timor na 2.ª Guerra Mundial — O Diário do Tenente Pires que também passou a ser uma referência para o estudo do papel dos timorenses na última guerra.

Autor ainda de um livro de ficção, Boas Fadas que te Fadem, a sua imaginação voava por tudo o que gostava.

Autor de diversos artigos de história e opinião, o António foi um homem de cultura brilhante.

Para além de intelectual de grande envergadura, era um homem muito generoso, com um humor acutilante, divertido e um grande contador de histórias; ouvi-lo era aliciante.

Foi também um lutador como ficou provado pela luta exemplar que travou nos últimos anos contra a doença que o levou. Adorava a vida.

Partilhei com ele grandes momentos.

Mas, acima de tudo, foi um Amigo. Um grande Amigo.

Vou ter muitas saudades dele.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

terça-feira, 21 de maio de 2013

Alfredo Tinoco - 64 anos


Conheci Alfredo Tinoco através de amigos. E, através de amigos, nos tornámos amigos. Alfredo Tinoco é pai de um amigo e avô de um futuro amigo, espero eu. Faria hoje 64 anos lembrou-me o Bruno, o filho.

Esta não é uma homenagem. Essa foi feita quando partiu em 2010. É a lembrança de uma amiga que entrou na sua vida tarde mas que lhe sente a falta.

Aqui ficam alguns dos seus textos, publicados em 2012 pelos Cadernos de Sociomuseologia.

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Livro Recomendado - "A grande fome de Mao"


Os factos relatados e documentados neste livro aconteceram mesmo. Não é ficção.
Que não se repitam de novo.

De Frank Dikötter

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

"A HISTÓRIA DE ERIC HOBSBAWM"

Uma conversa com jazz ao fundo

 Sábado, 3 de Novembro, 17h, Espaço Mob (Trav. Queimada, 33, Bairro Alto, Lx)

Um mês depois da morte de Eric Hobsbawm, a Unipop convida a uma tarde de conversa em torno dos livros que o historiador deixou, das suas monumentais sínteses da época contemporânea aos trabalhos sobre rebeldes primitivos e bandidos sociais, passando ainda pelo seu contributo em torno dos nacionalismos e da invenção das tradições. Falaremos também do percurso intelectual de Hobsbawm, da sua tradição historiográfica à sua militância comunista, e terminamos a discutir os textos de Hobsbawm sobre jazz, ao som dos seus músicos.

Conversa com Fátima Sá, João Arsénio Nunes, José Neves e Manuel Loff + O Jazz de Hobsbawm, disc-jocking e comentário por Marcos Cardão.