Ideia: representação mental; representação abstrata e geral de um objeto ou relação; conceito; juízo; noção; imagem; opinião; maneira de ver; visão; visão aproximada; plano; projeto; intenção; invenção; expediente; lembrança. Dicionário de Língua Portuguesa da Texto Editora
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quarta-feira, 12 de dezembro de 2018
segunda-feira, 5 de novembro de 2018
"THE TRAGEDY OF SAUDI ARABIA’S WAR" - Declan Walsh and Tyles Hicks
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quinta-feira, 25 de outubro de 2018
"We Must Stop Helping Saudi Arabia in Yemen" - Bernie Sanders
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domingo, 14 de outubro de 2018
"KINGDOM CRACKDOWN" - Sarah Aziza
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domingo, 11 de fevereiro de 2018
"Contestations. L'Arabie Saoudite tente d’éviter un scénario à l'iranienne" - Rai Al-Youm
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sexta-feira, 8 de janeiro de 2016
"Syrie. Tout ce que vous avez toujours voulu savoir sur l’opposition"
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quinta-feira, 11 de junho de 2015
"Libertem o blogger Raif Badawi!"
Raif Badawi foi condenado a dez anos de prisão e a mil chicotadas, tendo sido já submetido às primeiras 50, por ter criado um fórum online de debate social e político – exija a sua libertação já!
Raif Badawi está a cumprir uma pena de 10 anos de prisão, desde maio, depois de ter criado um website para o debate social e político na Arábia Saudita. Foi acusado pela criação do fórum, intitulado "Liberais Sauditas" e por ter insultado o Islão. A sentença inclui mil chicotadas e a proibição de viajar para fora do país durante 10 anos. Ficou também proibido de aparecer ou ser citado nos órgãos de comunicação social.
As acusações reportam a artigos que Raif Badawi escreveu, criticando as autoridades religiosas da Arábia Saudita, assim como a textos escritos por outras pessoas que foram publicados no "Liberais Sauditas". Os procuradores pretendiam que fosse julgado por "apostasia" (renegação da fé), o que, na Arábia Saudita, pode levar à pena de morte.
Raif é um dos muitos ativistas na Arábia Saudita perseguidos por expressarem as suas opiniões na net. Tanto o Facebook como o Twitter são muito populares num país onde curiosamente as pessoas não podem exercer a sua liberdade de expressarem aberta e publicamente o que pensam. As autoridades sauditas responderam a este crescimento do debate online com medidas de monitorização das redes sociais e websites e até tentado proibir aplicações de comunicação como o Skype e o WhatsApp.
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segunda-feira, 4 de maio de 2015
"How to Decipher Yemen, Where the Enemy of Your Enemy Is Also Your Enemy"
Cartoon de Stravo
Yemen, like Afghanistan, has a long reputation as a quagmire for foreign invaders. Saudi Arabia could break its teeth there if the U.S. does not constrain it. Astonishingly, Yemeni events have now conspired to bring about the supposed intervention of some 10 regional powers in one of the most hyped events in the Arabian Peninsula of recent times.
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sábado, 30 de março de 2013
Em Plena caça às bruxas - "Interview with a Saudi atheist"
“Please bear in mind, that people are witch hunting for us…so be careful which details you use,” Jabir begins. He is right to be concerned, for he is an atheist in a country where advocating beliefs other than those of a Sunni Muslim engender imprisonment, possible torture, and a theoretical possibility of execution.
Na íntegra aqui.
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segunda-feira, 5 de novembro de 2012
Grã Bretanha vende armas a ditaduras
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quinta-feira, 22 de abril de 2010
Libanês condenado à morte por feitiçaria
A qualquer momento o libanês Ali Hussain Sibat (na imagem com a mulher), de 46 anos e pai de cinco filhos, pode ser executado na Arábia Saudita, acusado de “feitiçaria”. É urgente uma acção maciça... Ali Hussain Sibat era apresentador de televisão a trabalhar para uma estação via satélite libanesa e no seu programa dava alguns conselhos aos telespectadores e fazia previsões sobre o futuro.
Em Maio de 2008 Ali Hussain seguiu rumo à Arábia Saudita para cumprir a peregrinação à cidade de Meca, conhecida por umra. Foi preso pela polícia religiosa do país, chamada Mutawa’een, e acusado de praticar “feitiçaria”.
Em Novembro de 2009 o libanês foi julgado no tribunal da cidade religiosa de Medina, ainda na Arábia Saudita, numa audiência que decorreu à porta fechada e sem direito a representação legal ou assistência. A sentença foi proferida no dia 9 do referido mês, quando o réu ouviu: condenação à morte por “feitiçaria”, um crime que nem sequer está previsto na lei do país, mas que já serviu anteriormente de justificação para execuções. O caso seguiu agora para o Supremo Tribunal.
Para a Amnistia Internacional, a acusação deriva apenas do exercício pacífico do direito à liberdade de expressão. Os próprios juízes confirmaram isso mesmo quando no passado dia 10 de Março tornaram a ditar a mesma sentença, na sequência de um apelo interposto por Ali Hussain, tendo declarado que o réu merece a execução por ter praticado “feitiçaria” numa estação de televisão. Disseram ainda que serviria para dissuadir outros “mágicos estrangeiros” de entrarem no país.
Um atentado grave aos direitos humanos, e mais particularmente ao direito à liberdade de expressão, que ganha particular dimensão quando em Portugal se aproximam as celebrações do 25 de Abril. Ali Hussain Sibat pode ser executado porque não nasceu em Portugal. Cabe-nos a nós, que sabemos como é injusto ser condenado por expressar uma opinião, lutar para impedir este crime. Vamos ajudar Ali Hussain Sibat. Ele precisa de si! Tudo o que tem de fazer é assinar o apelo disponível aqui.
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domingo, 9 de agosto de 2009
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