Ideia: representação mental; representação abstrata e geral de um objeto ou relação; conceito; juízo; noção; imagem; opinião; maneira de ver; visão; visão aproximada; plano; projeto; intenção; invenção; expediente; lembrança. Dicionário de Língua Portuguesa da Texto Editora
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quarta-feira, 26 de setembro de 2018
"Brasil Eleições 2018: Como combater a desinformação na Internet?" - Ariel Kogan & Marcio Vasconcelos
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"Justice or Democracy in Brazil?" - Jorge G. Castañeda
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sexta-feira, 7 de setembro de 2018
"ESTE POVO PRETO, PERIFÉRICO, LGBT, DE MARIELLE FRANCO, COM MAIS MULHERES DO QUE NUNCA NA FRENTE" - Alexandra Lucas Coelho
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domingo, 26 de agosto de 2018
"Um Brasil que não acolhe refugiados" - Alexandra Lucas Coelho
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domingo, 29 de julho de 2018
"Interview: Drowning in Pesticides" - Marizilda Cruppé
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domingo, 8 de abril de 2018
"Jamais poderão aprisionar nossos sonhos" - Lula da Silva
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segunda-feira, 2 de abril de 2018
"Are we ready to face it? Marielle’s execution and its perverse consequences" - Manoela Miklos and Heloisa Griggs
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domingo, 25 de março de 2018
"Meio milhão de brasileiros vendem comida na rua" - Joana Cunha
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sexta-feira, 26 de janeiro de 2018
"Brasil pra rua (como nunca antes na história desse país)" - Alexandra Lucas Coelho
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segunda-feira, 20 de novembro de 2017
quarta-feira, 4 de outubro de 2017
"Militarization of public security in Rio, and around the world" - Manoela Miklos e Tomaz Paoliello
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segunda-feira, 15 de maio de 2017
"Brasil: ¿cambió algo tras la huelga general?" - Roberto Véras de Oliveira
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quarta-feira, 10 de maio de 2017
"Do sonho e da terra" - Ailton Krenak
Fui ver e ouvir Ailton Krenak no passado dia 6. A sua conferência Do sonho e da terra está inserida no arquipélago Questões indígenas: ecologia, terra e saberes ameríndios do ciclo Utopias do Teatro Maria Matos.
Uma experiência única. A forma como Ailton nos transmitiu a sua experiência de vida e a nos fez compreender a luta e a forma de estar dos povos indígenas só pode ser qualificada como inexcedível. Um comunicador pausado, racional, emotivo. Cada palavra está no sítio certo, pensada para nos transmitir exatamente o que é preciso. Aprendi muito e também fiquei a perceber muito melhor esta luta que é de todos. A luta de homens que encaram a natureza de uma maneira diferente da nossa, mas que também pode ser a nossa. Uma natureza espiritual, feita de comunhão, em que os rios, a terra e as montanhas são a nossa família e a nossa razão de existir.
Uma grande lição.
Desfrute aqui desta lição de vida.
Ailton pertence ao povo Krenak cuja luta pode ser melhor compreendida através deste documentário:
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terça-feira, 9 de maio de 2017
“OS INVOLUNTÁRIOS DA PÁTRIA” por Eduardo Viveiros De Castro – aula pública durante o ato Abril Indígena, Cinelândia, RJ, 20/04/2016
Esta aula pública foi repetida no passado dia 5 no Teatro Maria Matos, inserida no ciclo UTOPIAS.
Veja aqui a sessão de Lisboa.
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quinta-feira, 6 de abril de 2017
Livro recomendado - "deus-dará"
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domingo, 19 de março de 2017
"MASSACRE DE MANAUS EXPÕE FALÁCIA DA PRIVATIZAÇÃO DE PRESÍDIOS" - João Filho
quinta-feira, 22 de dezembro de 2016
Chico Mendes
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segunda-feira, 31 de outubro de 2016
"O Rio perdeu Freixo, mas a esquerda ganha com ele" - Alexandra Lucas Coelho
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domingo, 16 de outubro de 2016
"O fim da Nova República" - Maurício Moraes
O impeachment de Dilma representa a quebra do grande contrato social firmado no Brasil após 20 anos de ditadura, a Constituição de 1988
O impeachment de Dilma Rousseff não é o mero fim de um processo previsto em lei executado por vias tortas. É algo mais profundo. É a quebra do grande contrato social firmado no Brasil após 20 anos de ditadura, a Constituição de 1988. É o fim da Nova República.
A Constituição de 1988 colocou no papel o sonho de um país moderno, inclusivo, garantindo o direito a todos os cidadãos à saúde, à educação. Foi o sonho de uma social-democracia tropical, de diminuir a pobreza e dar dignidade a setores que jamais haviam sido incluídos nas políticas públicas.
A Constituição foi a convergência de setores que estiveram em lados opostos na ditadura. Foi o documento que acolheu os anseios de grupos que pediam justiça social com a elite econômica que já não via ser um bom negócio viver em um país sob jugo autoritário. Foi a promessa de um novo Brasil, o guia para o país do futuro, que agora passa a ser desmontado antes mesmo de Dilma Rousseff deixar o Palácio do Alvorada.
Nas próximas semanas, os jornalões e a tevê aberta vão defender a proposta do governo ilegítimo de Michel Temer de propor um teto para os investimentos públicos. Se hoje temos na Constituição um mínimo previsto para ser gasto em Educação e Saúde, com a nova emenda a torneira basicamente fecha quando se bate o teto estabelecido. E isso significa o sucateamento de hospitais, da educação pública e de programas sociais.
Note-se que na proposta de Temer não há teto para pagamento dos juros da dívida pública. Quanto a isso, rentistas, empresários e oportunistas sempre terão um argumento pronto: não se pode tolerar a quebra de contrato. Contratou-se, paga-se, dizem.
Ocorre que o que se vê no País é justamente a grande quebra do contrato social, seja com a farsa do impeachment feito sem crime de responsabilidade consensualmente comprovado, seja com os delírios imperiais de um vice decorativo, a apresentar uma agenda de desmonte dos direitos sociais que nem mesmo um presidente eleito pelo voto direto teria a audácia e a capacidade de fazê-lo.
Se tivesse o compromisso de garantir a evolução das políticas públicas e a garantia dos direitos sociais no Brasil, Temer poderia, por exemplo, aumentar a receita do Estado taxando as grandes fortunas ou os lucros e dividendos. Jamais o fará. A conta do atual déficit foi gerada em grande parte pelos subsídios dado a empresários nacionais (que agora querem Dilma fora), a fim de manter o nível de emprego durante a crise. Como é recorrente na história, a conta será paga pelos mais pobres. Nada de novo.
Dilma cometeu erros em seu governo, mas não cai por isso. É afastada por suas virtudes, por se negar a fazer negociatas com os gangsters do Congresso, ao fazer uma política republicana em um país de políticos sórdidos e retrógrados. Dilma cai por ser honesta e se recusar a chafurdar na lama.
Abrimos um novo capítulo em nossa história. Desta vez sem tanques nas ruas, mas com a desfaçatez costumeira dos que ignoram as regras para fazer valer a lei do mais forte, apoiados pela grande imprensa, por um judiciário obscuro e pela elite empresarial que não consegue produzir se não estiver mamando nas tetas generosas do Estado brasileiro.
Nos livros de história, 2016 será registrado com um ano infame, que os contrários ao golpe lembrarão com amargura e que os seus defensores tentarão esquecer para evitar o constrangimento. Por ora, o processo ilegítimo já deixou um legado: uma geração inteira estará rachada politicamente. E os hematomas deste ano levarão décadas para desaparecer.
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segunda-feira, 8 de agosto de 2016
"Meu coração brasileiro" - Alexandra Lucas Coelho
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