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sábado, 3 de outubro de 2015

Não gosto de maiorias absolutas



Não gosto de maiorias absolutas.

A experiência de maiorias absolutas em Portugal é muito pouco edificante: da AD a Cavaco Silva, de José Sócrates à direita atual no governo, os governos de maioria absoluta transformaram-se em ditaduras que não respeitam as ideias das oposições, que ignoram as diferenças políticas, que não sabem dialogar com a sociedade. Os políticos portugueses ainda não aprenderam a viver em democracia.

Sou de esquerda e quero um governo de esquerda.

Para isso é preciso que exista um programa consensual contra a austeridade, que respeite os trabalhadores, o estado social e que discuta as alternativas que levem a União Europeia a transformar-se numa verdadeira União e não naquilo que é hoje: uma ditadura dos fortes contra os fracos.

Para isso, é preciso que acabe a surdez de quem recebe os votos de esquerda. É preciso que deixe de se olhar para o umbigo, que deixe de se discutir se "a minha esquerda é melhor que a tua".

Para isso é preciso assumir a responsabilidade de uma vitória que se adivinha: a esquerda vai ter a maioria absoluta no Parlamento. Caso contrário, é a esquerda que levará ao governo a direita. E essa será a vergonha que os portugueses não compreenderão nem perdoarão.

Até agora sou houve uma formação política a assumir essa disponibilidade. É nela que vou votar.

terça-feira, 29 de setembro de 2015

"É radical, no verdadeiro sentido da palavra"



É radical, no verdadeiro sentido da palavra. A nossa escolha é radical . Dia 4. Manter PSD e CDS no poder ou votar para os derrubar . A segunda hipótese chama - se PS. Qualquer voto no BE ou no PCP é um voto na direita . É no que a direita aposta . Na dispersão da esquerda . Dia 4 é um dia radical . Ou PSD e CDS ou PS. Os homens e as mulheres de todas as esquerdas têm o nosso destino colectivo nas mãos . Não o dividam . Dividir não é, dia 4, nem patriótico , nem de esquerda .

Isabel Moreira


Esta opinião da deputada socialista Isabel Moreira é demonstrativa da cegueira a que pode chegar o desespero político. Para Isabel Moreira quem votar à esquerda do PS não é patriota nem é de esquerda. Significa isto que o PS, se não tiver maioria absoluta, não sabe o que vai fazer? Preocupante, pois pode querer dizer que não passa pela cabeça à direção do PS fazer alianças à esquerda.

Para mim o que é importante é derrotar a coligação de direita. Se a esquerda ganhar é necessário um consenso que viabilize um governo contra a austeridade.

Pela parte que me toca não gosto de maiorias absolutas: são perigosas, foram perigosas e continuarão a ser perigosas.

Isabel Moreira pode apelar ao voto no PS. É o seu partido. Não pode é atacar aqueles que durante 4 anos se bateram contra este governo e contra a austeridade.

Tenho pena. Pois Isabel Moreira tem tido o meu respeito em muitas situações. Gostava de não o perder.

sábado, 26 de setembro de 2015

Afinal porque é que não se deve acreditar nas sondagens?

A manipulação de sondagens é um facto indiscutível em todos os países: basta lembrar que 2 dias antes das eleições gregas as sondagens davam um empate técnico entre o Syriza e a Nova Democracia; o resultado está à vista.

Mas afinal o que são sondagens? Este artigo é importante para esclarecer alguma coisa deste mistério:

Sendo as eleições um dos pilares dos regimes democráticos é importante que um instrumento com tal poder de influência seja conhecido dos cidadãos, sob pena de poder ser usado para instrumentalizar a sua vontade e desvirtuar um processo essencial para a estabilidade da vida política. Nesta perspectiva, saber ler os resultados de uma sondagem é uma competência fundamental numa sociedade democrática.

Em 2011 as sondagens deixaram muito a desejar. Este exemplo é ilustrador:

A apresentação de sondagens na comunicação social centra-se, compreensivelmente (tendo em conta a natureza da comunicação social), nos resultados. A informação referente à metodologia usada é reduzida ao mínimo exigido pela legislação. A interpretação dos resultados da sondagem – feita geralmente na perspetiva de “quem vai à frente” – é da responsabilidade do jornal. Contudo, nem sempre a interpretação e apresentação editorial dos resultados é feita com o rigor técnico que seria desejável. Por exemplo, no caso em concreto, em que a margem de erro (apresentada no 3º parágrafo da notícia como “intervalo de erro”) é de ±2.5%, isso significa que os resultados na população podem variar, no caso do BE entre 6%-2,5% e 6%+2,5%, ou seja, entre 3,5% e 8.5%, da CDU entre 9%-2,5% e 9%+2,5%, ou seja, entre 6.5% e 11.5%, e do CDS entre 10%-2,5% e 10%+2,5%, ou seja entre 7.5% e 12.5%. Isto quer dizer que em rigor também existe um empate técnico entre estes três partidos, uma vez que há um conjunto de resultados possíveis, entre 7.5% e 8.5%, que são partilhados por estes três partidos.

Nas sondagens relativas às eleições de 2015 é extraordinária a manipulação feita pela televisão do estado: hoje adiantaram que é possível a PàF ter maioria absoluta. O Expresso e a SIC, por seu lado, têm uma sondagem que dá mais 0,5% ao PS.

Alguém percebe?

Eu percebo. Trabalhei durante 8 anos num departamento de uma empresa que fazia estudos de opinião. Tudo é possível!

Importante é a amostra e a forma de contacto. Será natural que em pleno século XXI o contacto seja o telefone fixo? Quantos jovens ficam de fora? Há em Portugal mais de 10 milhões de telemóveis e as listas telefónicas quase parecem, hoje em dia, um pequeno caderno de apontamentos.

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

O Debate?


Debate? Pois que lhe chamem como tal. A minha opinião:

- Nota negativa para os jornalistas: além de mal educados, foram arrogantes e não souberam fazer as perguntas que interessam;

- Nota negativa para Passos Coelho: esqueceu-se que estava a falar com António Costa e não com José Sócrates; mal preparado; nervoso;

- Nota negativa para António Costa: falou 90% do passado;

Conclusão:
- Europa? Não existe;
- Refugiados? Não existem;
- Segurança Social? Plafonamento horizontal e plafonamento vertical: alguém sabe o que é?
- Desemprego? Ficámos na mesma como combatê-lo;
- Impostos? ????

No geral ganhou Costa - foi mais aguerrido e convincente na peça teatral que incorporou.

Nenhum terá o meu voto.

terça-feira, 18 de novembro de 2014

"Tempo de Avançar - Convocatória da Convenção para uma candidatura cidadã"



Portugal vive um tempo de urgência. Há uma geração que abandona o país, uma economia frágil que se desmorona em sucessivas falências de empresas, um Estado que é reduzido às suas funções mínimas, uma democracia que perde poder efetivo, um corredor de escolhas que, a cada dia que passa, se vai estreitando. É, para todos os cidadãos, um tempo de exigência. Da organização da resistência, mais do que nunca necessária, tem de nascer a construção de uma alternativa, com soluções praticáveis que mobilizem as energias democráticas do país e sejam capazes dos diálogos possíveis.

A urgência que o país sente e as soluções que o país exige obrigam a escolhas difíceis. Cabe-nos garantir que não sejam entre ficar na mesma ou voltar para trás. Não basta mudar o governo para haver a mudança necessária. As próximas eleições têm de corresponder à vitória de um programa de defesa do Estado Social e do Estado de Direito e de aprofundamento da democracia em Portugal e na Europa.

Sabemos em que país queremos viver. Num país que proteja o trabalho com direitos e valorize o conhecimento. Que ajude a economia a ser mais inovadora e mais solidária. Que proteja o ambiente e o território. Que se orgulhe do Estado Social e melhore a sua Escola Pública, o seu Serviço Nacional de Saúde e a sua Segurança Social. Que combata a precariedade, redistribua o rendimento e erradique a pobreza infantil. Onde a igualdade seja o eixo central de um novo contrato social e a alavanca para um novo modelo de desenvolvimento.

Sabemos o governo que queremos. Queremos um governo progressista que recuse a austeridade como forma de sair da crise e a passividade como forma de estar na Europa. Que construa um poder democrático que governe para o povo e não seja refém de interesses privados. Um governo assim enfrentará escolhas difíceis, mas necessárias. Em Portugal, precisará de um mandato popular para defender a Constituição. Na Europa, precisará de uma nova política de alianças e de uma atitude mais exigente e insubmissa para combater o Tratado Orçamental e iniciar um processo de reestruturação da dívida pública.

É tempo de avançar. Esta é uma convocatória à vontade cívica de todos quantos acreditam que esta governação progressista é possível e deve ser construída pela força da cidadania. Uma convocatória para uma Convenção Cidadã a ter lugar a 31 de janeiro, em Lisboa. Uma convocatória à construção de um programa eleitoral auscultando os cidadãos, num processo de debate e deliberação público, transparente e informado. Uma convocatória a uma candidatura cidadã às próximas eleições legislativas, através de um processo de construção de listas aberto, em eleições primárias. Acima de tudo, uma convocatória a uma maior responsabilização política de todos, eleitores e eleitos, antes e depois do voto, para uma alteração fundamental das políticas que têm devastado o país nos últimos anos. A sociedade portuguesa reclama uma democracia mais intensa, mais informada e mais responsável. E soluções viáveis para o terrível impasse em que se encontra. Pode ser diferente. Depende de nós.

Pode subscrever a convocatória neste link.

Subscritores iniciais:

Abílio Hernandez, Coimbra
Adriano Barrias, Lisboa
Alberto Melo, São Braz de Alportel
Alberto Midões, Viana do Castelo
Alexandra Lucas Coelho, Lisboa
Alexandre Barroso, Coimbra
Alexandre Estrela, Lisboa
Alexandre Oliveira, Lisboa
Ana Bastos, Lisboa
Ana Costa, Lisboa
Ana Drago, Lisboa
Ana Fernandes, Porto
Ana Filipa Larcher, Bissau / Lisboa
Ana Mafalda Pernão, Lisboa
Ana Maria Oliveira Pereira, Sintra
Ana Prata, Lisboa
Ana Raquel Matos, Coimbra
André Barata, Lisboa
André Belo, Rennes
André Carmo, Lisboa
André Freire, Lisboa
André Gago, Lisboa
André Nóvoa, Lisboa
André Teodósio, Lisboa
Ângela Luzia, Almada
Anísio Franco, Lisboa
António Avelãs, Lisboa
António Gonzalez, Torres Vedras
António Loja Neves, Oeiras
António Martins Coelho, Vila Rela de Sto. António
António Serzedelo, Setúbal
Armandina Maia, Lisboa
Augusto M. Seabra, Lisboa
Bárbara Bulhosa, Lisboa
Boaventura de Sousa Santos, Coimbra
Branca Carvalho, Viana do Castelo
Bruno Dias Pinheiro, Lisboa
Carlos Almeida, Lisboa
Carlos Brito, Alcoutim
Carlos Gouveia-Melo, Lisboa
Carlos Luís Figueira, Vila Real de Sto António
Carlos Nobre Neves/PACMAN, Lisboa
Carlos Teixeira, Lisboa
Catarina Andrade Fidalgo, Lisboa
Catarina Mourão, Lisboa
Catarina Ruivo, Lisboa
César Nuno Madureira, Lisboa
Cipriano Justo, Cascais
Clarisse Marques, Lisboa
Cláudia Rita Oliveira, Lisboa
Cláudio Borges, Lisboa
Daniel Jesus, Lisboa
Daniel Oliveira, Lisboa
David Crisóstomo, Almada
David Marçal, Lisboa
David Morais, Leiria
David Xavier, Lisboa
Delberto Aguiar, Lisboa
Diana Barbosa, Porto
Diogo Martins, Vila Franca de Xira
Diomar Santos, Porto
Edgar Costa, Palmela
Eduardo Viana, Oeiras
Eldad Manuel Neto, Porto
Elísio Estanque, Coimbra
Emílio Távora Vilar, Lisboa
Enrique Pinto-Coelho, Lisboa
Eugénia Pires, Lisboa
Fernanda Marinho Amado, Loures
Fernando Martins, Lisboa
Fernando Nunes da Silva, Lisboa
Fernando Sousa Marques, Sesimbra
Fernando Vendrell, Lisboa
Filipa Vala, Lisboa
Filipe Moura, Lisboa
Filipe Santos Henriques, Alenquer
Florival Lança, Lisboa
Gaspar Martins Pereira, Porto
Geiziely Glícia Fernandes, Lisboa
Gonçalo Pereira, Lisboa
Graça Rojão, Covilhã
Guadalupe Simões, Lisboa
Gustavo Cardoso, Lisboa
Gustavo Rubim, Lisboa
Helder Faustino Raimundo, Loulé
Henrique Borges, Porto
Henrique Mendes, Lisboa
Henrique Sousa, Seixal
Hugo Faria, Lisboa
Isabel do Carmo, Lisboa
Isabel Guerra, Lisboa
Isabel Loureiro, Lisboa
Isabel Mendes Lopes, Lisboa
Isabel Prata, Coimbra
Isabel Santos Duarte, Porto
Isabel Tadeu, Lisboa
Ivan Nunes, New York
Ivone Barracha, Torres Vedras
João Arriscado Nunes, Coimbra
João Bicho, Lisboa
João Bonifácio, Lisboa
João Carlos Afonso, Lisboa
João Carlos Coelho dos Santos, Porto
João Estrompa de Almeida, Lisboa
João J. C. Ferreira, Coimbra
João Lourenço, Lisboa
João Monteiro, Porto
João Vasco Gama, Lisboa
Joaquim Mealha Costa, Loulé
Jorge Espírito Santo, Lisboa
Jorge Gravanita, Lisboa
Jorge Malheiros, Lisboa
Jorge Martins, Porto
Jorge Morais,Porto
Jorge Pinto, Bruxelles
Jorge Vala, Lisboa
Jorge Wemans, Lisboa
José António Tavares, Lisboa
José Aranda da Silva, Cascais
José Carlos Martins, Coimbra
José Carlos Miranda, Porto
José Castro Caldas, Amadora
José Costa, Bruxelles
José Delgado Martins, Lisboa
José Dias, Coimbra
José Fanha, Lisboa
José Manuel Basso, Nisa
José Manuel Carreira Marques, Beja
José Manuel Henriques, Lisboa
José Manuel Neto Azevedo, Açores
José Manuel Tengarrinha, Cascais
José Maria Silva, Porto
José Mário Silva, Lisboa
José Pedro Pereira, Lisboa
José Pedro Silva, Almada
José Reis, Coimbra
José Vítor Malheiros, Lisboa
JP Simões, Lisboa
Júlia Coutinho, Lisboa
Júlia Leitão Barros, Lisboa
Júlio Machado Vaz, Porto
Leonor Barata, Coimbra
Leonor Cintra Gomes, Lisboa
Luciana Rio Branco, Lisboa
Luís Filipe Santos, Lisboa
Luís Moita, Lisboa
Luís Moutinho, Porto
Luís Quintais, Coimbra
Luís Valente, Jena
Luísa Alvares, Basel
Luísa Branco Vicente, Lisboa
Luísa Costa Gomes, Lisboa
Luísa Mesquita, Santarém
Manuel Branco, Évora
Manuel Brandão Alves, Lisboa
Manuel Coelho, Sines
Manuel Correia Fernandes, Porto
Manuel Vieira, Porto
Manuela Barreto Nunes, Braga
Manuela Carvalheiro, Coimbra
Manuela Silva, Lisboa
Manuela Vieira da Silva, Lisboa
Marco Barroso, Haarlem / Lisboa
Margarida Bak Gordon, Lisboa
Maria Augusta Sousa, Oeiras
Maria Benedicta Monteiro, Lisboa
Maria Clara Fernandes, Porto
Maria Eduarda Gonçalves, Lisboa
Maria Emília Costa, Faro
Maria João Andrade, Lisboa
Maria João Cabrita, Braga
Maria João Cantinho, Lisboa
Maria João Freitas, Sintra
Maria João Pires, Lisboa
Maria José Espinheira, Porto
M. Margarida Trocado Moreira, Loures
Maria Ofélia Janeiro, Alverca
Maria Tengarrinha, Lisboa
Mariana Topa, Matosinhos
Mário Figueiredo, Lisboa
Mário Laginha, Lisboa
Mário Ruivo, Lisboa
Marisa Galiza, Mafra
Marta Bobichon Loja Neves, Oeiras
Marta Delgado Martins, Lisboa
Marta Moita, Lisboa
Miguel Ângelo Andrade, Lisboa
Miguel Dias, Setúbal
Miguel Gonçalves Mendes, Lisboa
Miguel Vale de Almeida, Lisboa
Miguel Won, Lisboa
Milice Ribeiro dos Santos, Porto
Nídia Zózimo, Lisboa
Nuno David, Lisboa
Nuno Fonseca, Lisboa
Nuno Fragoso Gomes, Lisboa
Nuno Serra, Oeiras
Paolo Marinou-Blanco, Los Angeles / Lisboa
Patrícia Beldade, Oeiras
Patrícia Brito Mendes, Lisboa
Patrícia Gonçalves, Lisboa
Paula Cabeçadas, Lisboa
Paula Velazquez, Lisboa
Paulo Fidalgo, Lisboa
Paulo Jacinto, Sintra
Paulo Monteiro, Maia
Paulo Peixoto, Coimbra
Paulo Velez Muacho, Seixal
Pedro "Pecas" Monteiro, Cascais
Pedro Bacelar de Vasconcelos, Braga
Pedro Gonçalves, Lisboa
Pedro Nunes Rodrigues, Leiria
Pedro Roque Domingues, Lisboa
Pedro Vieira, Lisboa
Pierre Guibentif, Lisboa
Pilar del Río, Lisboa
Priscila Soares, São Braz de Alportel
Rafael Esteves Martins, Sintra
Renato Carmo, Lisboa
Ricardo Alves, Lisboa
Ricardo Paes Mamede, Lisboa
Ricardo Sá Fernandes, Lisboa
Rita Covas, Cape Town / Porto
Roberto Merrill, Braga
Rodrigo Gonçalves, Lisboa
Rogério Moreira, Oeiras
Rosa Barreto, Lisboa
Rosa Maria Martelo, Porto
Rui Bebiano, Coimbra
Rui Feijó, Porto
Rui Tavares, Lisboa
Rui Valada, Amadora
Sandro Mendonça, Lisboa
São José Lapa, Sintra
Sara Araújo, Coimbra
Sara Magalhães, Lisboa
Sérgio Lavos, Lisboa
Sofia Cordeiro, Lisboa
Susana Beirão, Vila Nova de Gaia
Ulisses Garrido, Lisboa
Vasco Pimentel, Lisboa
Vera Tavares, Lisboa
Virgílio Morais de Matos, Lisboa
Viriato Soromenho-Marques, Lisboa
Vítor Louro, Sesimbra
Vítor Sarmento, Lisboa