Ideia: representação mental; representação abstrata e geral de um objeto ou relação; conceito; juízo; noção; imagem; opinião; maneira de ver; visão; visão aproximada; plano; projeto; intenção; invenção; expediente; lembrança. Dicionário de Língua Portuguesa da Texto Editora
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domingo, 9 de dezembro de 2012
"Taxar os ricos"
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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
China - um dos "nossos" parceiros estratégicos
A China passou a ser um parceiro preferencial de Portugal. Mas este colosso mundial não é mais do que uma farsa. O seu suposto desenvolvimento é feito com base na inexistência de direitos humanos e sociais e os trabalhadores são pouco mais do que escravos.
Como se constrói um falso PIB? A China responde:
Assustador é também o poder militar desta ditadura que se configura como a potência mundial futura; o que vemos não é um filme de ficção científica. É a realidade!
Como se constrói um falso PIB? A China responde:
Assustador é também o poder militar desta ditadura que se configura como a potência mundial futura; o que vemos não é um filme de ficção científica. É a realidade!
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quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Será que vamos continuar a pôr a cabeça debaixo da areia?
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quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Estou em Greve! I'm on Strike!
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quinta-feira, 10 de novembro de 2011
"8 Reasons Young Americans Don't Fight Back: How the US Crushed Youth Resistance"
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terça-feira, 18 de outubro de 2011
"O desenvolvimento do subdesenvolvimento"
Está em curso o processo de subdesenvolvimento do país. As medidas que anunciam, longe de serem transitórias, são estruturantes e os seus efeitos vão sentir-se por décadas. As crises criam oportunidades para redistribuir riqueza. Consoante as forças políticas que as controlam, a redistribuição irá num sentido ou noutro. Imaginemos que a redução de 15% do rendimento aplicada aos funcionários públicos, por via do corte dos subsídios de Natal e de férias, era aplicada às grandes fortunas, a Américo Amorim, Alexandre Soares dos Santos, Belmiro de Azevedo, Famílias Mello, etc. Recolher-se-ia muito mais dinheiro e afetar-se-ia imensamente menos o bem-estar dos portugueses. À partida, a invocação de uma emergência nacional aponta para sacrifícios extraordinários que devem ser impostos aos que estão em melhores condições de os suportar.Por isso se convocam os jovens para a guerra, e não os velhos. Não estariam os super-ricos em melhores condições de responder à emergência nacional?
Esta é uma das perplexidades que leva os indignados a manifestarem-se nas ruas. Mas há muito mais. Perguntam-se muitos cidadãos: as medidas de austeridade vão dar resultado e permitir ver luz ao fundo do túnel daqui a dois anos? Suspeitam que não porque, para além de irem conhecendo a tragédia grega, vão sabendo que as receitas do FMI, agora adotadas pela UE, não deram resultado em nenhum país em que foram aplicadas – do México à Tanzânia, da Indonésia à Argentina, do Brasil ao Equador – e terminaram sempre em desobediência e desastre social e econômico. Quanto mais cedo a desobediência, menor o desastre.
Em todos estes países foi sempre usado o argumento do desvio das contas superior ao previsto para justificar cortes mais drásticos. Como é possível que as forças políticas não saibam isto e não se perguntem por que é que o FMI, apesar de ter sido criado para regular as contas dos países subdesenvolvidos, tenha sido expulso de quase todos eles e os seus créditos se confinem hoje à Europa. Por que a cegueira do FMI e por que é que a UE a segue cegamente? O FMI é um clube de credores dominado por meia dúzia de instituições financeiras, à frente das quais a Goldman Sachs, que pretendem manter os países endividados a fim de poderem extorquir deles as suas riquezas e de fazê-lo nas melhores condições, sob a forma de pagamento de juros extorsionários e das privatizações das empresas públicas vendidas sob pressão a preços de saldo, empresas que acabam por cair nas mãos das multinacionais que atuam na sombra do FMI. Assim, a privatização da água pode cair nas mãos de uma subsidiária da Bechtel (tal como aconteceu em Cochabamba após a intervenção do FMI na Bolívia), e destinos semelhantes terão a privatização da TAP, dos Correios ou da RTP.
O back-office do FMI são os representantes de multinacionais que, quais abutres, esperam que as presas lhes caiam nas mãos. Como há que tirar lições mesmo do mais lúgubre evento, os europeus do sul suspeitam hoje, por dura experiência, quanta pilhagem não terão sofrido os países ditos do Terceiro Mundo sob a cruel fachada da ajuda ao desenvolvimento.
Mas a maior perplexidade dos cidadãos indignados reside na pergunta: que democracia é esta que transforma um ato de rendição numa afirmação dramática de coragem em nome do bem comum? É uma democracia pós-institucional, quer porque quem controla as instituições as subverte (instituições criadas para obedecer aos cidadãos passam a obedecer a banqueiros e mercados), quer porque os cidadãos vão reconhecendo, à medida que passam da resignação e do choque à indignação e à revolta, que esta forma de democracia partidocrática está esgotada e deve ser substituída por uma outra mais deliberativa e participativa, com partidos mas pós-partidária, que blinde o Estado contra os mercados, e os cidadãos, contra o autoritarismo estatal e não estatal. Está aberto um novo processo constituinte. A reivindicação de uma nova Assembléia Constituinte, com forte participação popular, não deverá tardar.
Boaventura de Sousa Santos é sociólogo e professor catedrático da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra (Portugal).
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terça-feira, 16 de agosto de 2011
Assim vai a Europa! - "Perfect Storm: The England Riots Documentary"
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quinta-feira, 21 de julho de 2011
"Waking the best"
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quarta-feira, 18 de maio de 2011
Assim vai a Europa! - "Merkel exige menos férias e aumento da idade da reforma"

Esta fulana ficava melhor com um bigodinho!
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sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
"Story of Stuff"
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sexta-feira, 30 de abril de 2010
"ATTAC" - Tomada de posição
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sábado, 16 de janeiro de 2010
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
"A crise aumenta a escravidão"

Nací siendo esclavo. Mi padre estaba endeudado con el dueño de una mina y forzaban a toda mi familia a trabajar 16 horas diarias con poca comida y bebiendo agua de los charcos que formaba la lluvia. Esta é a história de Lakshman Singh.
Artigo do El País sobre o relatório da OIT The cost of coercion.
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quarta-feira, 2 de setembro de 2009
"Salvem os ricos!"
Os Contemporâneos já têm o apoio de Manuela Ferreira Leite
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terça-feira, 30 de junho de 2009
Madoff - 150 anos de prisão
Depois de ter esta notícia, ficam-nos as perguntas... Tendo em conta a devida escala, é caso para perguntar: E o BPN, o BPP, o BCP?
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sexta-feira, 17 de abril de 2009
Parabéns ao Bloco de Esquerda
Parlamento aprova diploma do Bloco que prevê fim do sigilo bancário - Votos favoráveis do BE, PS, PCP e PEV.Pena que as outras propostas de diploma não tivessem a mesma sorte.
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Sigilo bancário
quinta-feira, 3 de abril de 2008
Off-shores - Sim ou Não?

O fisco tem censurado, e até perseguido, nos últimos anos, aqueles que colocam os seus capitais em off-shores. Bancos, empresas, particulares, etc. Quanto a mim, muito bem.
Agora sabemos que o estado português utiliza as off-shores para "rentabilizar" os dinheiros públicos.
De acordo com o Ministro das Finanças, o capital em causa é completamente irrelevante face às quantias com que o Estado lida. É capaz de ter razão. Mas do que aqui se trata é de outra coisa. É de ética. A Ética que tem faltado nestes últimos anos à nossa governação.
Bancos, empresas e particulares não "podem" investir em off-shores. Mas o estado pode utilizar os impostos dos portugueses nesses lugares?
Por favor, expliquem-me como se eu tivesse 4 anos.
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domingo, 23 de março de 2008
Governos e Bancos!
A jornalista Salete Lemos da TVE - TC Cultura, no Brasil, foi demitida devido a esta notícia. E ainda dizem que não há um Governo Mundial!
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