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quarta-feira, 5 de julho de 2017

"Shakespeare’s Cure for Xenophobia" - Stephen Greenblatt



A lustreless protrusive eye
Stares from the protozoic slime
At a perspective of Canaletto.
The smoky candle end of time

Declines. On the Rialto once.
The rats are underneath the piles.

The jew is underneath the lot.

What “The Merchant of Venice” taught me about ethnic hatred and the literary imagination.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Assim vai a Europa: PE


Parlamento Europeu pede a França que suspenda expulsão de ciganos

Assim vai a Europa: "Rol dos da raça de segunda"

O cardeal Mazarin nasceu Giulio Mazarino, em Nápoles, e foi primeiro--ministro francês, de Luís XIV. Marie Skolodowska nasceu em Varsóvia, foi Nobel da Física duas vezes mas entretanto já era Madame Curie e francesa. Três tipos juntaram-se e fizeram três grandes filmes: Z, A Confissão e Estado de Sítio. O que escreveu as histórias nasceu em Madrid, Jorge Semprún, o que realizou nasceu em Atenas, Costa-Gravas, e o que deu cara nasceu numa aldeia italiana, Yves Montand. Três filmes franceses, três tipos franceses. Também Serge Reggiani, nascido italiano, Dalida, nascida no Cairo, e Moustaki, nascido em Alexandria, se tornaram cantores franceses. Johnny Halliday não conta, o pai é que era belga, Johnny nasceu em Paris, não entra neste rol de naturalizados (já a primeira mulher, Sylvie Vartan, nasceu búlgara). Belga de nascimento era Marguerite Yourcenar, a primeira mulher eleita para a Academia Francesa. Por escrever bem em francês, como Milan Kundera, que nasceu em Brno, na Moldávia. Todos franceses. Mas, atenção, de segunda. Esta semana, Sarkozy decidiu que há essa raça à parte: franceses a quem se pode tirar a nacionalidade porque não nasceram franceses. Como é que ele explica isso lá em casa à mulher, que nasceu italiana, e ao pai, que nasceu húngaro? Diga-se, entretanto, que Napoleão escapa: nasceu em Ajácio, três meses depois de a Córsega se tornar francesa. Uff...

Ferreira Fernandes no Diário de Notícias

terça-feira, 9 de junho de 2009

Eleições Europeias 2009 - Os resultados 3

Preocupante: dos 736 deputados eleitos 36 são de extrema-direita. Deputados de partidos de 13 países em cujo programa a xenofobia, o racismo, o anti-islamismo, a homofobia, o anti-semitismo, etc. são valores.

domingo, 1 de junho de 2008

A nova era Berlusconi


A vitória eleitoral dos conservadores em Itália deu força aos grupos de extrema-direita que se sentem legitimados.

A 28 de Maio, cerca de 20 jovens de grupos esquerdistas da Universidade de Roma foram agredidos por membros da Forza Nova (FN). Na semana anterior uma loja de bangladeshis foi assaltada por um grupo em formação militar. Sexta-feira, Kledi Kadiu, bailarino albanês, foi agredido no regresso a casa ao som de "Merda de albanês, vamos devolver-te ao teu país!" e, no mesmo dia, Christian Floris, famoso dj homossexual, foi atacado na rua.

Estes são alguns dos exemplos que se tornaram no dia-a-dia italiano.

Paralelamente, o governo italiano ordenou a elaboração de um censo de habitantes entre a comunidade cigana para resolver a crise.

Não se augura nada de bom para a Europa.

Fonte: Expresso

sexta-feira, 23 de maio de 2008

Racismo e Xenofobia - II


Em Itália, os imigrantes clandestinos passaram a ser considerados criminosos. É a "nova" política de Berlusconi que, nesta foto, saúda o Senado. Já vimos esta saudação em qualquer lado.

terça-feira, 20 de maio de 2008

Racismo e Xenofobia - I


O Racismo e a Xenofobia não conhecem nem raças nem cores.

Aqueles que no passado foram suas vítimas podem vir a atacar outros. Veja-se o que se passa com Israel. Um povo que sofreu as piores atrocidades ainda há poucos anos é agora um dos mais violentos contra os palestinianos.

Agora é na África do Sul. Desde a última semana, a cidade de Joanesburgo está a viver momentos de intensa violência, resultante de atitudes xenófobas protagonizadas por gangs sul-africanos contra os imigrantes, a quem acusam de prática de crimes e de contribuírem para o elevado índice de desemprego e de custo de vida naquele país vizinho de Moçambique.

Estes ataques concertados, que culminaram até ao momento na morte de 24 imigrantes, segundo dados das autoridades sul-africanas, têm como principal alvo moçambicanos, zimbabueanos, etíopes, chineses e paquistaneses.



Com origens diferentes, o fenómeno é o mesmo: a escolha dos mais fracos e dos mais pobres como vítimas.