In November, then number of refugees and migrants from Venezuela reached 3 million. One of the reasons for leaving is the economic crisis, resulting in hours of waiting at almost empty stores.
Ideia: representação mental; representação abstrata e geral de um objeto ou relação; conceito; juízo; noção; imagem; opinião; maneira de ver; visão; visão aproximada; plano; projeto; intenção; invenção; expediente; lembrança. Dicionário de Língua Portuguesa da Texto Editora
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sábado, 22 de dezembro de 2018
Os melhores cartoons de 2018 - "Standing in line"
In November, then number of refugees and migrants from Venezuela reached 3 million. One of the reasons for leaving is the economic crisis, resulting in hours of waiting at almost empty stores.
quinta-feira, 13 de setembro de 2018
"The Makings of a 2020 Recession and Financial Crisis" - Nouriel Roubini, Brunello Rosa
quarta-feira, 5 de setembro de 2018
"Beyond Secular Stagnation" - Joseph E. Stiglitz
quarta-feira, 29 de agosto de 2018
"The Myth of Secular Stagnation" - Joseph E. Stiglitz
domingo, 19 de agosto de 2018
World Humanitarian Day 2018 #NotATarget
This World Humanitarian Day, we’re shining a light on the millions of people whose lives are being destroyed by wars. Explore their stories, then join the movement to demand action from world leaders. Civilians are #NotATarget.
segunda-feira, 30 de julho de 2018
domingo, 25 de março de 2018
domingo, 7 de janeiro de 2018
domingo, 3 de setembro de 2017
"Robin Hood had the right idea: Why the left needs to deliver on the financial transaction tax" - Stephany Griffith-Jones
quarta-feira, 9 de agosto de 2017
"ANNIVERSAIRE La crise de 2007, une tragédie en quatre actes" - Sandra Moatti
quinta-feira, 20 de julho de 2017
“I was right about the debt, and you know it!” – My reply to Kathimerini’s latest tirade - Palaiogos
quarta-feira, 12 de abril de 2017
segunda-feira, 18 de julho de 2016
domingo, 6 de março de 2016
quinta-feira, 3 de março de 2016
segunda-feira, 23 de novembro de 2015
quarta-feira, 2 de setembro de 2015
"Democratizing the Eurozone" - Yanis Varoufakis
domingo, 23 de agosto de 2015
"A New Approach to Eurozone Sovereign Debt" - Yanis Varoufakis
segunda-feira, 17 de agosto de 2015
"Os três da vida airada" - Manuel Carvalho da Silva
A realidade de que nos falam Cavaco Silva, Passos Coelho e Paulo Portas, nas suas pregações e "conversas em família", não cola com a vida concreta da esmagadora maioria dos portugueses. Sustenta-se em ardilosos argumentos, em meias- verdades ou mentiras exaustivamente repetidas, na exploração de medos decorrentes dos complicados problemas que nos afligem no plano nacional e europeu, na tortura de números para que digam o que eles pretendem. Esta "realidade" vai pairando sobre a sociedade e pode impregnar-se e atrofiar-nos o futuro.
Algumas almas rendidas às "novidades" do neoliberalismo e os paladinos da ordem das velhas sociedades clamam que a "realidade é de direita", concluindo que não há alternativas porque é moderno sujeitarmo-nos a humilhações, ao acentuar das desigualdades, ao estilhaçar da democracia.
Aquelas três personagens, que nos últimos quatro anos articuladamente nos desgovernaram, tudo fazem para que os portugueses se submetam às instituições, aos tratados, às práticas políticas da União Europeia, quando está hoje sobejamente demonstrado que os dogmas e valores por que se regem estão à margem da vontade dos povos europeus, povos livres e iguais entre si, empenhados em construir sociedades solidárias com desenvolvimento humano e paz. A realidade que nos conduz ao futuro - sempre uma construção humana - é a que emana dos anseios das pessoas, da sua ação individual e coletiva, não aquilo que nos querem impor a partir do que cabe naqueles espartilhos.
A vida dos portugueses nestes últimos anos foi marcada por muito sofrimento injusto, por perda de esperança e de confiança, por sentimentos de impotência face à avalancha de "políticas inevitáveis". O país está a perder população e a desestruturar-se, a destruir capacidades para o seu desenvolvimento.
O caminho para dar a volta a este estado de coisas passa por não nos submetermos "à realidade" inventada por estes governantes, por tomarmos o desafio de exigir verdade e agir com dignidade. O que aquele trio da vida airada gerou, como ainda esta semana a CGTP-IN denunciou, em consonância com outros estudos sérios, foi o agravamento das desigualdades na repartição do rendimento - tendo a riqueza relativa a ordenados e salários passado de 36,1% em 2011 para 34,5% em 2014, enquanto os lucros, que já tinham um peso maior no PIB, passaram de 41,6% para 43,3% -; muitas mais horas trabalhadas por ano pelos mesmos salários; um sistema tributário ainda mais injusto; mais pobreza e menos recursos para quem é pobre; depauperação das funções sociais do Estado, com profundas implicações para a coesão social e o desenvolvimento do país.
A "estabilidade política" reclamada pelo presidente da República (PR) e pelos partidos do Governo não é mais do que um convite aos portugueses para aceitarem a inevitabilidade daquelas políticas desastrosas e se distanciarem do acompanhamento crítico da vida política, da intervenção pública que põe a nu as destruições causadas e obriga a mudanças de rumo.
Com a crise, veio ao de cima a frágil formação democrática do PR, a sua perspetiva económica que nega a economia política e expressões de compromisso com gente que vive de promiscuidades. Isso articulou-se em pleno com os objetivos do grande poder económico e financeiro internacional e nacional, de que Passos é o governante de serviço, e com a agenda social retrógrada dos setores mais conservadores e reacionários, de que Portas e outros ministros são eficazes executantes.
A Cavaco Silva só preocupa que o poder seja exercido por forças que garantam a subjugação. Perante tantos desafios com que nos deparamos é incapaz de apelar aos portugueses para fazerem do próximo ato eleitoral um tempo de debate sobre os seus problemas, as suas causas e as formas de os resolver; nem um apelo para que se mobilizem e participem ativamente nas eleições. Ele pré-define políticas e governantes e convida os portugueses a sancionar as suas escolhas.
Para travar a exploração, para recuperarmos soberania e democracia, é preciso desconstruir este trio e derrotar as políticas que se propõe prosseguir.
"GRÈCE : ALEXIS TSIPRAS ACCEPTE UN NOUVEAU « NOEUD COULANT »"
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