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terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

"The State of the World's Children 2016 - A fair chance for every child"


Every child has the right to health, education and protection, and every society has a stake in expanding children’s opportunities in life. Yet, around the world, millions of children are denied a fair chance for no reason other than the country, gender or circumstances into which they are born. The State of the World’s Children 2016 argues that progress for the most disadvantaged children is not only a moral, but also a strategic imperative. Stakeholders have a clear choice to make: invest in accelerated progress for the children being left behind, or face the consequences of a far more divided world by 2030. At the start of a new development agenda, the report concludes with a set of recommendations to help chart the course towards a more equitable world.

terça-feira, 4 de outubro de 2016

"Nearly 385 million children living in extreme poverty, says joint World Bank Group – UNICEF study"


Children are more than twice as likely as adults to live in extreme poverty, according to a new analysis from the World Bank Group and UNICEF. Ending Extreme Poverty: A Focus on Children finds that in 2013 19.5 per cent of children in developing countries were living in households that survived on an average of US$1.90 a day or less per person, compared to just 9.2 per cent of adults. Globally, almost 385 million children were living in extreme poverty.

Children are disproportionately affected, as they make up around a third of the population studied, but half of the extreme poor. The youngest children are the most at risk – with more than one-fifth of children under the age of five in the developing world living in extremely poor households.

“Children are not only more likely to be living in extreme poverty; the effects of poverty are most damaging to children. They are the worst off of the worst off – and the youngest children are the worst off of all, because the deprivations they suffer affect the development of their bodies and their minds,” said UNICEF Executive Director Anthony Lake. “It is shocking that half of all children in sub-Saharan Africa and one in five children in developing countries are growing up in extreme poverty. This not only limits their futures, it drags down their societies.”

The new analysis comes on the heels of the release of the World Bank Group’s new flagship study, Poverty and Shared Prosperity 2016: Taking on Inequality, which found that some 767 million people globally were living on less than $1.90 per day in 2013, half of them under the age of 18.

“The sheer number of children in extreme poverty points to a real need to invest specifically in the early years—in services such as pre-natal care for pregnant mothers, early childhood development programs, quality schooling, clean water, good sanitation, and universal health care,” said Ana Revenga, Senior Director, Poverty and Equity at the World Bank Group. “Improving these services, and ensuring that today’s children can access quality job opportunities when the time comes, is the only way to break the cycle of intergenerational poverty that is so widespread today.”

The global estimate of extreme child poverty is based on data from 89 countries, representing 83 per cent of the developing world’s population.

Sub-Saharan Africa has both the highest rates of children living in extreme poverty at just under 50 per cent, and the largest share of the world’s extremely poor children, at just over 50 per cent. South Asia has the second highest share at nearly 36 per cent—with over 30 per cent of extremely poor children living in India alone. More than four out of five children in extreme poverty live in rural areas.

In addition, the report reveals that even at higher thresholds, poverty also affects children disproportionately. About 45 per cent of children are living in households subsisting on less than $3.10 a day per person, compared with nearly 27 per cent of adults.

UNICEF and the World Bank Group are calling on governments to:

Routinely measure child poverty at the national and subnational level and focus on children in national poverty reduction plans as part of efforts to end extreme poverty by 2030.
• Strengthen child-sensitive social protection systems, including cash transfer programs that directly help poor families to pay for food, health care, education and other services that protect children from the impact of poverty and improve their chances of breaking the cycle in their own lives.
• Prioritize investments in education, health, clean water, sanitation and infrastructure that benefit the poorest children, as well as those that help prevent people from falling back into poverty after setbacks like droughts, disease or economic instability.
• Shape policy decisions so that economic growth benefits the poorest children.

Ending Extreme Poverty: a Focus on Children

domingo, 1 de maio de 2016

"Unicef lança “contos que não são de fadas” sobre crianças refugiadas"



Histórias verdadeiras de menores inspiram iniciativa global #actofhumanity, com três filmes de animação; campanha enfatiza que não importa de onde venham, cada criança tem direitos e merece uma chance.

O Fundo das Nações Unidas para a Infância, Unicef, lançou três filmes de animação que contam histórias reais de crianças fugindo de conflitos e explicam o horror que as colocou nesta situação.

A série “Contos que Não São de Fadas”, em tradução livre, faz parte da iniciativa #actofhumanity, ou “ato de humanidade”.
Direitos.

A campanha enfatiza que crianças são crianças, não importa de onde venham, e que cada uma delas tem direitos e merece uma chance justa.

A chefe de comunicação do Unicef, Paloma Escudero, fez um alerta: “não importa aonde estejam no mundo, quando uma criança refugiada ou migrante chega a seu destino, isto é o início de uma outra jornada, não o fim do caminho”.

Atos de Humanidade

Escudero afirmou que todos os dias, em todos os lugares, pessoas estão ajudando esses menores com pequenos “atos de humanidade”. Ela ressaltou que essas ações raramente se tornam notícia, mas estão fazendo “toda a diferença do mundo” para crianças refugiadas e migrantes. Segundo a chefe de comunicação da agência, o Unicef “quer exibir esses atos de humanidade para inspirar outros e mostrar o caminho a seguir”.

Histórias

Uma das histórias que compõem a série, “Ivine e o Travesseiro”, ilustra a história verdadeira de uma menina de 14 anos. Depois de uma fuga perigosa da Síria, Ivine se estabelece em um campo de refugiados na Alemanha, onde tem outros desafios.

“Malak e o Barco” conta a história de uma menina de sete anos em um barco furado. A terceira animação descreve a história de Mustafa, um menino que após deixar sua casa, se pergunta quem sobrou para ser seu amigo.

Casa

Paloma Escudero lembrou que as histórias dessas três crianças não são incomuns. Pelo menos 65 milhões de crianças e jovens em todo o mundo estão em movimento, fugindo de conflitos, pobreza e condições climáticas extremas e “buscando uma vida mais estável e um lugar para chamar de casa”.

Redes Sociais

O Unicef quer envolver o público com mensagens nas redes sociais e pretende produzir mais animações. O pedido da agência é simples: mostre um ato de humanidade a crianças e jovens refugiados e migrantes; use a hashtag #actofhumanity para compartilhar histórias e inspirar outras pessoas.







quarta-feira, 20 de novembro de 2013

DIREITOS DA CRIANÇA


Em 20 de Novembro de 1989, as Nações Unidas adotaram por unanimidade
a Convenção sobre os Direitos da Criança (CDC), documento que enuncia um amplo conjunto de direitos fundamentais – os direitos civis e políticos, e também os direitos económicos, sociais e culturais – de todas as crianças, bem como as respetivas disposições para que sejam aplicados. 

Aqui

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

"São precisos 1.4 mil milhões de dólares agora para as crianças afectadas pelas crises humanitárias"


A UNICEF lançou hoje um apelo no montante de cerca de 1.4 mil milhões de dólares para satisfazer as necessidades cruciais imediatas das crianças em 45 países e regiões afectadas por conflitos, catástrofes naturais e outras emergências complexas durante o corrente ano.Os fundos angariados no âmbito deste apelo anual destinar-se-ão também à melhoria da preparação para catástrofes, e ao reforço da resiliência das comunidades para enfrentar ou minimizar o impacte de novas crises.

“Estamos ainda no primeiro mês de 2013, que já se revelou duro para milhões de crianças que sofrem na Síria e para os inúmeros refugiados que tiveram de fugir para os países vizinhos. No Mali e na República Centro-Africana o conflito tem vindo a agravar-se, ameaçando a vida das crianças e das mulheres”, afirmou Ted Chaiban, Director dos Programas de Emergência da UNICEF. “As crianças são extremamente vulneráveis em situações de emergência que, na maior parte dos casos, as deixam em condições de insegurança, em risco de contraírem doenças, expostas à violência, exploração e negligência.

O apelo da UNICEF Acção Humanitária para as Crianças 2013 inclui países que actualmente ocupam lugar de destaque nas notícias e também muitos outros que têm uma cobertura mediática muito menor, tais como Chade, Colômbia, Etiópia, Filipinas, Somália e Iémen, mas que também precisam de atenção e assistência urgentes.

“A complexa emergência na Síria representa um enfoque importante da resposta global da UNICEF em matéria de ajuda humanitária” afirmou Chaiban. “Mas estamos também a conseguir resultados para as crianças em contextos de emergência muito difíceis e amplamente esquecidos em várias partes do mundo.”

Mais de 85 por cento do financiamento necessário destina-se a situações humanitárias para além da que se vive hoje na Síria e da crise de refugiados associada ao conflito naquele país.

Os 45 países e regiões incluídos neste apelo são prioritários devido à dimensão da crise, à urgência do seu impacte nas crianças e mulheres, à complexidade da resposta e à capacidade para a concretizar.
As contribuições para este apelo da UNICEF para 2013 irão permitir à organização levar por diante o trabalho realizado em 2012.

Alguns dos resultados alcançados entre Janeiro e Outubro de 2012 incluem:

• Saúde: 38.3 milhões de crianças imunizadas • Água e Saneamento e Higiene: 12.4 milhões de pessoas passaram a ter acesso a água em condições para beber, cozinhar e se lavarem.
• Educação: 3 milhões de crianças passaram a ter acesso a um ensino em melhores condições.
• Protecção Infantil: 2.4 milhões de crianças beneficiaram de serviços de protecção.
• Nutrição: 2 milhões de crianças receberam tratamento para a má nutrição grave e aguda.
• HIV/SIDA: 1 milhão de pessoas teve acesso a testes para o despiste do vírus, aconselhamento e tratamento.

Em 2012, a falta de financiamento em vários países como Madagáscar e Colômbia deixou muitas necessidades por satisfazer.

Em muitos países, o acesso, a segurança e a capacidade dos parceiros no terreno são também alguns dos principais constrangimentos para a prestação de ajuda humanitária.

“As contribuições para este apelo são investimentos efectivos nas crianças e no seu futuro”, acrescentou Ted Chaiban.

“A UNICEF pretende obter financiamento que permita à organização responder de um modo consistente às emergências subfinanciadas ou àquelas que apresentam maiores carências, aplicar soluções inovadoras a situações complexas e integrar o processo de recuperação na resposta às emergências de grande escala – muitas das quais abrangem vários países ao mesmo tempo.”


UNICEF - Portugal