Ideia: representação mental; representação abstrata e geral de um objeto ou relação; conceito; juízo; noção; imagem; opinião; maneira de ver; visão; visão aproximada; plano; projeto; intenção; invenção; expediente; lembrança. Dicionário de Língua Portuguesa da Texto Editora
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quarta-feira, 21 de dezembro de 2016
quarta-feira, 23 de setembro de 2015
sexta-feira, 20 de março de 2015
Olá Primavera!
O início da primavera em 2015 ocorre a 20 de março, às 22h45. Esta é hora do equinócio da primavera, ou seja, o instante exato em que começa a primavera.
domingo, 21 de dezembro de 2014
quinta-feira, 20 de março de 2014
quarta-feira, 20 de março de 2013
"Quando Vier a Primavera"
Quando Vier a Primavera
Quando vier a Primavera,
Se eu já estiver morto,
As flores florirão da mesma maneira
E as árvores não serão menos verdes que na Primavera passada.
A realidade não precisa de mim.
Sinto uma alegria enorme
Ao pensar que a minha morte não tem importância nenhuma
Se soubesse que amanhã morria
E a Primavera era depois de amanhã,
Morreria contente, porque ela era depois de amanhã.
Se esse é o seu tempo, quando havia ela de vir senão no seu tempo?
Gosto que tudo seja real e que tudo esteja certo;
E gosto porque assim seria, mesmo que eu não gostasse.
Por isso, se morrer agora, morro contente,
Porque tudo é real e tudo está certo.
Podem rezar latim sobre o meu caixão, se quiserem.
Se quiserem, podem dançar e cantar à roda dele.
Não tenho preferências para quando já não puder ter preferências.
O que for, quando for, é que será o que é.
Alberto Caeiro, in Poemas Inconjuntos
Se eu já estiver morto,
As flores florirão da mesma maneira
E as árvores não serão menos verdes que na Primavera passada.
A realidade não precisa de mim.
Sinto uma alegria enorme
Ao pensar que a minha morte não tem importância nenhuma
Se soubesse que amanhã morria
E a Primavera era depois de amanhã,
Morreria contente, porque ela era depois de amanhã.
Se esse é o seu tempo, quando havia ela de vir senão no seu tempo?
Gosto que tudo seja real e que tudo esteja certo;
E gosto porque assim seria, mesmo que eu não gostasse.
Por isso, se morrer agora, morro contente,
Porque tudo é real e tudo está certo.
Podem rezar latim sobre o meu caixão, se quiserem.
Se quiserem, podem dançar e cantar à roda dele.
Não tenho preferências para quando já não puder ter preferências.
O que for, quando for, é que será o que é.
Alberto Caeiro, in Poemas Inconjuntos
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
quinta-feira, 21 de junho de 2012
terça-feira, 20 de março de 2012
terça-feira, 21 de junho de 2011
segunda-feira, 21 de março de 2011
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
domingo, 21 de março de 2010
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
domingo, 21 de junho de 2009
sexta-feira, 20 de março de 2009
quinta-feira, 20 de março de 2008
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