Ideia: representação mental; representação abstrata e geral de um objeto ou relação; conceito; juízo; noção; imagem; opinião; maneira de ver; visão; visão aproximada; plano; projeto; intenção; invenção; expediente; lembrança. Dicionário de Língua Portuguesa da Texto Editora
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segunda-feira, 15 de abril de 2019
terça-feira, 1 de agosto de 2017
"L'incriminazione del cardinale Pell per pedofilia e le colpe di papa Francesco" - Emiliano Fittipaldi
domingo, 22 de dezembro de 2013
"Viaggio nelle comunità religiose che curano i preti pedofili"
A Trento sorge la casa madre gestita dai Padri Venturini. Ogni ospite è avvolto dal più assoluto riserbo e nessuno degli stessi sacerdoti della comunità conosce i motivi dei ricoveri. L'altro centro è Villa Iride, a Verbania: è ancora più chiuso all'esterno. L'accoglienza è il primo passo. "Vogliamo conoscere la persona e poi vedere se siamo in grado di aiutarla", spiega padre Pastò, il Superiore generale. Poi si passa alla terapia. I problemi che portano qui i condannati sono i più vari: dai disordini alimentari alle dipendenze da gioco e da sostanze stupefacenti alla disinibizione sessuale, fino alle tendenze pedofile. Ma è anche un punto di riferimento per gli avvocati che indicano la villa come possibile sede per gli arresti domiciliari dei religiosi condannati
Na íntegra aqui
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
"Evangelii Gaudium"
Esta economia mata
Claro que em muitas coisas não estou de acordo com as posições do Papa. Em particular no que diz respeito ao aborto, às mulheres, etc. Mas também não tenho que estar ou deixar de estar. Não sou católica. Contudo, há aspetos deste documento verdadeiramente importantes. Em particular os aspetos relativos ao direito ao trabalho, à educação, à economia, à saúde.
Para aqueles que tanto têm atacado Mário Soares (de quem, a bem da verdade, não sou fã) a propósito da questão da violência falada na Aula Magna, espero que estes pensamentos os faça pensar melhor.
Aqui.
terça-feira, 27 de agosto de 2013
O desafio da imigração na Europa - "A Áustria aos refugiados: fiquem calados ou arriscam a deportação"
quarta-feira, 13 de março de 2013
Francisco
Foi eleito um novo papa. Francisco de seu nome. Já ouvi várias opiniões sobre o nome. Francisco de Assis tem sido, em particular, muito falado. Sem dúvida uma referência. Mas também pode ser Francisco de Xavier já que o novo papa é jesuíta. Fica a dúvida.
Não sou católica. Até tenho amigos que me acusam de anticlerical primária. É verdade! Não gosto de padres, bispos, cardeais e papas. Não tenho da Igreja Católica uma boa imagem. Até tenho uma má imagem. Mas a Igreja é feita de homens. E, tenho que reconhecer, há bons homens na Igreja. Tive um primo padre que era uma excelente pessoa. Padrinho da minha irmã e um homem cordato, cheio de bons sentimentos. Há uma amiga minha que tem como amigo o seu confessor: um padre franciscano, cheio de humor, cheio de uma cultura humanista. "Conheço" o antigo bispo do Porto, o Bispo "vermelho", D. Januário dos Reis Torgal, etc.. E o etc. é bom. Quer dizer que há mais.
Achei importante ser da América Latina. Não ser europeu e, em particular, não ser italiano.
De acordo com as informações da imprensa ao longo dos anos deu prova da sua ortodoxia, manifestando a sua oposição incondicional ao aborto, à contracepção ou ao casamento entre pessoas do mesmo sexo. Em 2010, escreve o Guardian, quando a Argentina se tornou o primeiro país latino-americano a legalizar o casamento gay, o cardeal afirmou que a alteração legislativa representava uma forma de discriminação de crianças que, disse, deveriam ter o direito a ser educados por um pai e uma mãe. Ainda assim, admite o recurso ao preservativo para impedir doenças infecciosas – ficou famosa a sua visita, durante as cerimónias pascais de 2001, a um hospital para lavar e beijar os pés de 12 doentes com sida.
Confesso que fico desapontada. A Igreja Católica é uma instituição com grande influência e que pode fazer as pessoas católicas mais felizes: as sua posições quanto ao aborto, aos contracetivos, aos homossexuais, à posição das mulheres na hierarquia católica, à sexualidade dos padres pode ter um efeito positivo nos costumes, no pensamento e na forma de ver a igreja.
Assisti ao primeiro discurso deste papa: a 1ª impressão que me ficou foi positiva. São aquelas impressões perfeitamente irracionais: achei que tem cara de boa pessoa, tem ar de avô, gostei que desse as boas noites. Claro que, para mim, nada disto tem grande importância. Mas não meto a cabeça debaixo da areia. Para muita gente tem.
Vou esperar para ver. Espero que a minha 1ª impressão valha!
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
"La Inquisición fue un progreso"
Independentemente das crenças de cada um, não é necessário explicar nada sobre a Inquisição. Um período negro da história da Igreja Católica e da história da Humanidade. Penso que não haja ninguém que não esteja de acordo. Se houver, as minhas "desculpas".
Que o atual Papa faça estas declarações é extraordinário! Mal comparado, é como se dissessemos que os Tribunais Plenários do Fascismo foram bons porque se fez "investigação".
Que o atual Papa faça estas declarações é extraordinário! Mal comparado, é como se dissessemos que os Tribunais Plenários do Fascismo foram bons porque se fez "investigação".
terça-feira, 4 de maio de 2010
Petição - "Cidadãos pela Laicidade"

Senhor Presidente da República Portuguesa,
Nós, cidadãs e cidadãos da República Portuguesa, motivados pelos valores da liberdade, da igualdade, da justiça e da laicidade, manifestamos, através da presente carta, o nosso veemente protesto contra as condições – oficialmente anunciadas – de que se revestirá a viagem a Portugal de Joseph Ratzinger, Papa da Igreja Católica.
Embora reconhecendo que o Estado português mantém relações diplomáticas com o Vaticano e que a religião católica é a mais expressiva entre a população nacional, não podemos deixar de sublinhar que ao receber Joseph Ratzinger com honras de chefe de Estado ao mesmo tempo que como dirigente religioso, o Presidente da República Portuguesa fomenta a confusão entre a legítima existência de uma comunidade religiosa organizada, e o discutível reconhecimento oficial a essa confissão religiosa de prerrogativas estatais, confusão que é por princípio contrária à laicidade.
Importa ter presente que o Vaticano é um regime teocrático arcaico que visa a defesa, propaganda e extensão dos privilégios temporais de uma religião, e que não reúne, de resto, os requisitos habituais de população própria e território para ser reconhecido como um Estado, e que a Santa Sé, governo da Igreja Católica e do «Estado» do Vaticano, não ratificou a Declaração Universal dos Direitos do Homem – não podendo portanto ser um membro de pleno direito da ONU – e não aceita nem a jurisdição do Tribunal Penal Internacional nem do Tribunal Europeu dos Direitos do Homem, antes utilizando o seu estatuto de Observador Permanente na ONU para alinhar, frequentemente, ao lado de ditaduras e regimes fundamentalistas.
Desejamos deixar claro que, se em Portugal há católicos dos quais uma fracção, mais ou menos importante, se regozijará com a visita de Joseph Ratzinger, há também católicos e não católicos para quem o carácter oficial da visita papal, o seu financiamento público e a tolerância de ponto concedida pelo Governo, são agressões perpetradas contra os princípios de laicidade do poder político que a própria Constituição da República Portuguesa institui.
Esta infracção da laicidade a que estão constitucionalmente vinculadas as autoridades republicanas torna-se ainda mais gritante e deletéria quando consideramos que se celebra este ano o Centenário da Implantação da República, de cujo legado faz parte o princípio de clara separação entre Estado e Igreja, contra o qual atentará qualquer confusão entre homenagens a um chefe de Estado e participação oficial dos titulares de órgãos de soberania em cerimoniais religiosos.
Declaramos também o nosso repúdio pelas posições veiculadas pelo Papa em matéria de liberdade de consciência, igualdade entre homens e mulheres, auto-determinação sexual de adultos, e outras matérias políticas.
Porque nos contamos entre esses cidadãos que entendem que a laicidade da política é condição fundamental das liberdades e direitos democráticos em cuja defesa e extensão estão apostados, aqui deixamos o nosso protesto e declaramos a Vossa Excelência o nosso propósito de o mantermos e alargarmos através de todos os meios de expressão e acção ao nosso alcance enquanto cidadãos activos da República Portuguesa.
Assinem!
domingo, 18 de abril de 2010
domingo, 4 de abril de 2010
domingo, 22 de março de 2009
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
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