Hillary Clinton has a 92% chance to win.
Ideia: representação mental; representação abstrata e geral de um objeto ou relação; conceito; juízo; noção; imagem; opinião; maneira de ver; visão; visão aproximada; plano; projeto; intenção; invenção; expediente; lembrança. Dicionário de Língua Portuguesa da Texto Editora
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quinta-feira, 20 de outubro de 2016
quinta-feira, 21 de janeiro de 2016
Afinal porque é que não se deve acreditar nas sondagens?
Republico hoje o post de 22/9 sobre sondagens com uma atualização:
As duas sondagens que foram publicadas há pouco sobre as eleições presidenciais são bem ilustrativas:
SIC/Expresso:
RTP/U. Católica:
Alguém nota a diferença?
A 2ª volta pode estar aí!
A manipulação de sondagens é um facto indiscutível em todos os países: basta lembrar que 2 dias antes das eleições gregas as sondagens davam um empate técnico entre o Syriza e a Nova Democracia; o resultado está à vista.
Mas afinal o que são sondagens? Este artigo é importante para esclarecer alguma coisa deste mistério:
Sendo as eleições um dos pilares dos regimes democráticos é importante que um instrumento com tal poder de influência seja conhecido dos cidadãos, sob pena de poder ser usado para instrumentalizar a sua vontade e desvirtuar um processo essencial para a estabilidade da vida política. Nesta perspectiva, saber ler os resultados de uma sondagem é uma competência fundamental numa sociedade democrática.
Em 2011 as sondagens deixaram muito a desejar. Este exemplo é ilustrador:
Nas sondagens relativas às eleições de 2015 é extraordinária a manipulação feita pela televisão do estado: hoje adiantaram que é possível a PàF ter maioria absoluta. O Expresso e a SIC, por seu lado, têm uma sondagem que dá mais 0,5% ao PS.
Alguém percebe?
Eu percebo. Trabalhei durante 8 anos num departamento de uma empresa que fazia estudos de opinião. Tudo é possível!
Importante é a amostra e a forma de contacto. Será natural que em pleno século XXI o contacto seja o telefone fixo? Quantos jovens ficam de fora? Há em Portugal mais de 10 milhões de telemóveis e as listas telefónicas quase parecem, hoje em dia, um pequeno caderno de apontamentos.
Importante é a amostra e a forma de contacto. Será natural que em pleno século XXI o contacto seja o telefone fixo? Quantos jovens ficam de fora? Há em Portugal mais de 10 milhões de telemóveis e as listas telefónicas quase parecem, hoje em dia, um pequeno caderno de apontamentos.
sábado, 26 de setembro de 2015
Afinal porque é que não se deve acreditar nas sondagens?
A manipulação de sondagens é um facto indiscutível em todos os países: basta lembrar que 2 dias antes das eleições gregas as sondagens davam um empate técnico entre o Syriza e a Nova Democracia; o resultado está à vista.
Mas afinal o que são sondagens? Este artigo é importante para esclarecer alguma coisa deste mistério:
Sendo as eleições um dos pilares dos regimes democráticos é importante que um instrumento com tal poder de influência seja conhecido dos cidadãos, sob pena de poder ser usado para instrumentalizar a sua vontade e desvirtuar um processo essencial para a estabilidade da vida política. Nesta perspectiva, saber ler os resultados de uma sondagem é uma competência fundamental numa sociedade democrática.
A apresentação de sondagens na comunicação social centra-se, compreensivelmente (tendo em conta a natureza da comunicação social), nos resultados. A informação referente à metodologia usada é reduzida ao mínimo exigido pela legislação. A interpretação dos resultados da sondagem – feita geralmente na perspetiva de “quem vai à frente” – é da responsabilidade do jornal. Contudo, nem sempre a interpretação e apresentação editorial dos resultados é feita com o rigor técnico que seria desejável. Por exemplo, no caso em concreto, em que a margem de erro (apresentada no 3º parágrafo da notícia como “intervalo de erro”) é de ±2.5%, isso significa que os resultados na população podem variar, no caso do BE entre 6%-2,5% e 6%+2,5%, ou seja, entre 3,5% e 8.5%, da CDU entre 9%-2,5% e 9%+2,5%, ou seja, entre 6.5% e 11.5%, e do CDS entre 10%-2,5% e 10%+2,5%, ou seja entre 7.5% e 12.5%. Isto quer dizer que em rigor também existe um empate técnico entre estes três partidos, uma vez que há um conjunto de resultados possíveis, entre 7.5% e 8.5%, que são partilhados por estes três partidos.
Mas afinal o que são sondagens? Este artigo é importante para esclarecer alguma coisa deste mistério:
Sendo as eleições um dos pilares dos regimes democráticos é importante que um instrumento com tal poder de influência seja conhecido dos cidadãos, sob pena de poder ser usado para instrumentalizar a sua vontade e desvirtuar um processo essencial para a estabilidade da vida política. Nesta perspectiva, saber ler os resultados de uma sondagem é uma competência fundamental numa sociedade democrática.
Em 2011 as sondagens deixaram muito a desejar. Este exemplo é ilustrador:
Nas sondagens relativas às eleições de 2015 é extraordinária a manipulação feita pela televisão do estado: hoje adiantaram que é possível a PàF ter maioria absoluta. O Expresso e a SIC, por seu lado, têm uma sondagem que dá mais 0,5% ao PS.
Alguém percebe?
Eu percebo. Trabalhei durante 8 anos num departamento de uma empresa que fazia estudos de opinião. Tudo é possível!
Importante é a amostra e a forma de contacto. Será natural que em pleno século XXI o contacto seja o telefone fixo? Quantos jovens ficam de fora? Há em Portugal mais de 10 milhões de telemóveis e as listas telefónicas quase parecem, hoje em dia, um pequeno caderno de apontamentos.
Importante é a amostra e a forma de contacto. Será natural que em pleno século XXI o contacto seja o telefone fixo? Quantos jovens ficam de fora? Há em Portugal mais de 10 milhões de telemóveis e as listas telefónicas quase parecem, hoje em dia, um pequeno caderno de apontamentos.
domingo, 5 de julho de 2015
quarta-feira, 24 de setembro de 2014
quinta-feira, 15 de maio de 2014
Dossier Eleições Europeias - "Três quartos dos europeus de costas viradas para a Europa"
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
quarta-feira, 8 de maio de 2013
Assim vai a Europa! - “Eleitores pedem a Cameron que diminua o tamanho da Europa”
sexta-feira, 12 de abril de 2013
As sondagens valem o que valem! Mas...
A atuação do Governo não parece convencer os portugueses: 60 por cento dos inquiridos na sondagem defendem que o Executivo de Passos Coelho não deve ir até 2015.
Aqui
domingo, 14 de outubro de 2012
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