Ideia: representação mental; representação abstrata e geral de um objeto ou relação; conceito; juízo; noção; imagem; opinião; maneira de ver; visão; visão aproximada; plano; projeto; intenção; invenção; expediente; lembrança. Dicionário de Língua Portuguesa da Texto Editora
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domingo, 27 de março de 2016
segunda-feira, 17 de novembro de 2014
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
Assim vai a Europa! - A propósito da consulta na Catalunha - "Los partidos soberanistas dejan atrás la unidad un día después del 9-N"
quinta-feira, 11 de setembro de 2014
Músicas a propósito da Escócia
Numa altura em que o Reino Unido irá ter um referendo sobre a independência da Escócia, aqui publicamos um conjunto de músicas que podem vir bem a propósito:
Hymne Ecosse - Flower of Scotland por moltes75
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
"Independência"
Amanhã celebrar-se-á pela última vez, tanto quanto está previsto, o feriado da restauração da independência de Portugal. E é sintomático que o Governo tenha sacrificado o feriado da independência nacional como um simbólico penhor da subordinação do País ao jugo dos agiotas.Um país que é forçado por outros a pedir emprestado, pagando de juros 50 por cento do valor concedido, é um país ocupado pela usura. Nunca Portugal foi tão dependente. Durante a maior parte da ocupação dos Filipes, à qual a revolução de 1 de Dezembro de 1640 pôs fim, Portugal podia, pelo menos, cunhar moeda e governar-se em autonomia política e administrativa. E quando deixou de ser assim e passou a depender, como agora, de um poder centralizado pelos burocratas estrangeiros, que em tudo metem o bedelho e sobre tudo dão ordens e aplicam sanções, os portugueses de bem revoltaram-se e expulsaram o ocupante e respectivos colaboracionistas. O mais desprezível dos colaboracionistas foi expulso pela janela.
A Europa deixou de ser uma União, como antes deixara de ser uma Comunidade, para ser um continente ocupado por agiotas. A próxima etapa desta deformada União, gizada no papel, é a divisão da Europa num subcontinente de pobres que alimenta o clube dos ricos. O lugar de Portugal, país dependente, sem voto na matéria, é obviamente no subcontinente dos Zé Ninguém.
Sucede que os acontecimentos podem prever-se e determinadas causas podem produzir previsíveis efeitos. Mas a História escreve-se depois dos acontecimentos e à distância. E quem sabe se o abolido feriado da independência nacional passa a ser toque de rebate por um País soberano, livre e justo, em incessante busca de "um dia inicial inteiro e limpo". (Sophia de Mello Breyner Andresen).
Um texto de João Paulo Guerra, publicado no Diário Económico a 30/11
terça-feira, 12 de julho de 2011
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