Ideia: representação mental; representação abstrata e geral de um objeto ou relação; conceito; juízo; noção; imagem; opinião; maneira de ver; visão; visão aproximada; plano; projeto; intenção; invenção; expediente; lembrança. Dicionário de Língua Portuguesa da Texto Editora
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domingo, 5 de março de 2017
James Tobin
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quarta-feira, 27 de novembro de 2013
"O que nos espera em 2014? O Orçamento do Estado para todos - documento ATTAC Portugal"
Um dossier de Frederico Pinheiro (coordenação), Bernardino Aranda, Luís Bernardo, Luís Lopes, Margarida Santos, Mário Tomé, Nuno Teles, Paula Gil, Paulo Coimbra, Sérgio Pinheiro e Helena Romão (revisão).
Aqui
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domingo, 24 de março de 2013
"A crise portuguesa em 10 minutos" - ATTAC
domingo, 3 de março de 2013
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
"Como a Taxa Sobre as Transacções Financeiras pode ajudar na Saúde Mundial"
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terça-feira, 15 de janeiro de 2013
"Potencialidades da Taxa Tobin pela ONU"
A
ONU apela a uma taxa internacional para obter 400 mil milhões de
dólares destinados a financiar as necessidades de desenvolvimento.
Na íntegra aqui.
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segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
"Desarmar os mercados" por Ignacio Ramonet
Por
que não criar, em escala planetária, a ONG Ação pela Taxa Tobin de
Ajuda aos Cidadãos (ATTAC)? Em conjunto com os sindicatos e entidades
culturais, sociais ou ecológicas, ela poderia agir como um formidável
grupo de pressão cívica.
Na íntegra aqui.
Na íntegra aqui.
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terça-feira, 8 de janeiro de 2013
Taxa Tobin - Um texto de James Tobin de 1978
Ao
longo dos últimos vinte anos, as prescrições dos economistas para a
reforma do sistema monetário internacional tomaram diversas formas. A
sua premissa comum era a de insatisfação com o regime Bretton Woods à
medida que evoluía nos anos 50. Robert Triffin despertou o mundo para as
contradições e instabilidades do sistema das paridades indexadas que se
baseia nas dívidas da moeda de reserva, maioritariamente dólares, para
corresponder às necessidades crescentes para as reservas oficiais.
Triffin e os seus seguidores consideraram que a resposta era a
internacionalização das reservas e ativos de reserva; a solução a que
chegaram foi um banco central mundial. Outros diagnosticaram o problema
não tanto em termos de liquidez mas de inadequação nos mecanismos de
ajuste da balança de pagamentos no
mundo atual. As inadequações eram especialmente evidentes sob o padrão
de paridades fixas de câmbio do ouro quando, como nos anos 60, o centro
de reservas de moeda entrou estruturalmente em défice crónico. Estes
analistas procuraram “regras do jogo” melhores e mais simétricas para o
ajuste relativo a países deficitários ou excedentários, normalmente
incluindo mais flexibilidade na configuração das paridades cambiais,
indexações baixas, e medidas semelhantes.
Muitos economistas, dos quais Milton Friedman era um eloquente e
persuasivo porta-voz, defendiam desde o início as taxas de câmbio
flutuantes, determinadas em mercados privados sem intervenções oficiais.
Na íntegra aqui
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quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
"El auténtico problema de la banca"
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Dossier África - Fome
En el mundo se producen alimentos suficientes para 12 mil millones de personas. Somos 7 mil millones de habitantes. ¿Cómo se explica que 1 de cada 6 habitantes mueran de hambre?
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segunda-feira, 24 de maio de 2010
Uma taxa sobre as transacções financeiras em proveito dos povos e do planeta!
Aos membros do G-20:O sistema financeiro é responsável pela crise económica actual. O crescimento exponencial deste sector, concentrado na realização de proveitos especulativos de curto prazo, gerou uma economia de casino. Com a explosão da última bolha especulativa, milhões de mulheres e homens perderam os seus empregos. Em todo o mundo, há gente a mergulhar na pobreza e há mais cem milhões de pessoas a passar fome.
Haveis mobilizado centenas de biliões de dólares para salvar os bancos e o sistema financeiro. Mas não respondeis às crises sociais e ecológicas com a vontade política e os recursos financeiros indispensáveis.
As multinacionais do sector financeiro beneficiaram durante décadas da ausência de regulação efectiva e são largamente responsáveis pela crise. É tempo de pagarem a sua quota-parte dos custos da retoma. Uma taxa sobre as transacções financeiras seria para isso o instrumento mais eficaz. A aplicação desta taxa permitiria:
# Obter os fundos necessários para pagar os custos sociais da crise, para financiar no plano mundial bens e serviços públicos como a saúde ou a luta contra a pobreza e o combate às alterações climáticas.
# Contribuir para uma maior estabilidade do sistema financeiro, reduzindo a especulação e a liquidez excessiva.
Assinem!
sexta-feira, 30 de abril de 2010
"ATTAC" - Tomada de posição
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quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
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