Thousands of patients with advanced cancer in Armenia suffer from avoidable, severe pain every year because they cannot get adequate pain medications, Human Rights Watch said in a report and video released today. While effective, safe, and inexpensive pain medications are available in Armenia, most patients and their families face insurmountable bureaucratic barriers to getting them, in violation of the right to health.
Ideia: representação mental; representação abstrata e geral de um objeto ou relação; conceito; juízo; noção; imagem; opinião; maneira de ver; visão; visão aproximada; plano; projeto; intenção; invenção; expediente; lembrança. Dicionário de Língua Portuguesa da Texto Editora
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sexta-feira, 17 de julho de 2015
quinta-feira, 27 de novembro de 2014
domingo, 15 de setembro de 2013
Serviço Nacional de Saúde - 34 anos
O Serviço Nacional de Saúde faz hoje 34 anos.
De acordo com a Constituição da República Portuguesa:
Artigo 64.º Saúde
1 - Todos têm DIREITO à proteção da saúde e o DEVER de a defender e promover.
2 - O direito à proteção da saúde é realizado:
a) Através de um Serviço Nacional de Saúde (SNS) universal e geral e, tendo em conta as condições económicas e sociais dos cidadãos, tendencialmente gratuito;
b) Pela criação de condições económicas, sociais, culturais e ambientais que garantam, designadamente, a proteção da infância, da juventude e da velhice, e pela melhoria sistemática das condições de vida e de trabalho, bem como pela promoção da cultura física e desportiva, escolar e popular, e ainda pelo desenvolvimento da educação sanitária do povo e de práticas de vida saudável.
3 - Para assegurar o direito à proteção da saúde, incumbe prioritariamente ao Estado:
a) Garantir o acesso de todos os cidadãos, independentemente da sua condição económica, aos cuidados da medicina preventiva, curativa e de reabilitação;
b) Garantir uma racional e eficiente cobertura de todo o país em recursos humanos e unidades de saúde;
c) Orientar a sua acção para a socialização dos custos dos cuidados médicos e medicamentosos;
d) Disciplinar e fiscalizar as formas empresariais e privadas da medicina, articulando-as com o Serviço Nacional de Saúde (SNS), por forma a assegurar, nas instituições de saúde públicas e privadas, adequados padrões de eficiência e de qualidade;
e) Disciplinar e controlar a produção, a distribuição, a comercialização e o uso dos produtos químicos, biológicos e farmacêuticos e outros meios de tratamento e diagnóstico;
f) Estabelecer políticas de prevenção e tratamento da toxicodependência.
4 - O Serviço Nacional de Saúde (SNS) tem gestão descentralizada e participada.
É tarefa fundamental do Estado promover o bem-estar e a qualidade de vida do povo e a igualdade real entre os portugueses, bem como a efetivação dos direitos económicos, sociais, culturais e ambientais, mediante a transformação e modernização das estruturas económicas e sociais (cfr. CRP, art.º 9.º alínea d)).
De acordo com a Constituição da República Portuguesa:
Artigo 64.º Saúde
1 - Todos têm DIREITO à proteção da saúde e o DEVER de a defender e promover.
2 - O direito à proteção da saúde é realizado:
a) Através de um Serviço Nacional de Saúde (SNS) universal e geral e, tendo em conta as condições económicas e sociais dos cidadãos, tendencialmente gratuito;
b) Pela criação de condições económicas, sociais, culturais e ambientais que garantam, designadamente, a proteção da infância, da juventude e da velhice, e pela melhoria sistemática das condições de vida e de trabalho, bem como pela promoção da cultura física e desportiva, escolar e popular, e ainda pelo desenvolvimento da educação sanitária do povo e de práticas de vida saudável.
3 - Para assegurar o direito à proteção da saúde, incumbe prioritariamente ao Estado:
a) Garantir o acesso de todos os cidadãos, independentemente da sua condição económica, aos cuidados da medicina preventiva, curativa e de reabilitação;
b) Garantir uma racional e eficiente cobertura de todo o país em recursos humanos e unidades de saúde;
c) Orientar a sua acção para a socialização dos custos dos cuidados médicos e medicamentosos;
d) Disciplinar e fiscalizar as formas empresariais e privadas da medicina, articulando-as com o Serviço Nacional de Saúde (SNS), por forma a assegurar, nas instituições de saúde públicas e privadas, adequados padrões de eficiência e de qualidade;
e) Disciplinar e controlar a produção, a distribuição, a comercialização e o uso dos produtos químicos, biológicos e farmacêuticos e outros meios de tratamento e diagnóstico;
f) Estabelecer políticas de prevenção e tratamento da toxicodependência.
4 - O Serviço Nacional de Saúde (SNS) tem gestão descentralizada e participada.
É tarefa fundamental do Estado promover o bem-estar e a qualidade de vida do povo e a igualdade real entre os portugueses, bem como a efetivação dos direitos económicos, sociais, culturais e ambientais, mediante a transformação e modernização das estruturas económicas e sociais (cfr. CRP, art.º 9.º alínea d)).
Aquilo a que temos assistido nos últimos anos (e não são poucos) relativamente ao SNS tem sido um ataque sistemático à sua existência: desde os que dizem que não é sustentável aos que advogam que não deve ser tendencialmente universal.
No fundo, o que temos visto, com mais ou menos visibilidade, é a tentativa da sua destruição.
E porquê? Porque essas pessoas acham que as pessoas não devem ter direito à saúde? Claro que não. É porque o que está em causa não é o direito à saúde. É o direito à exploração do direito à saúde pelos interesses dos grandes grupos privados. O objetivo é fazer desse direito um negócio lucrativo à custa da própria saúde dos cidadãos.
Na realidade, o que está em causa não é a sustentabilidade do SNS. O que está em causa é a sustentabilidade das PPP, dos grandes grupos capitalistas, das companhias de seguros.
Argumenta-se com a despesa em comparação com outros países. Até há quem defenda um "sistema" semelhante ao dos EUA onde não há sistema nenhum.
Portugal não gasta nem mais nem menos do que os restantes países da União Europeia. O que se passa em Portugal é que a gestão do SNS tem como objetivo a sua destruição. Simples e grosso.
E esta é uma história de muitos anos. Nenhum dos partidos do chamado "eixo governamental" passa incólume. PS e PSD contribuíram para uma polémica que não tem razão de existir.
Esta é uma opção política.
O estudo de Eugénio Rosa de que deixo aqui o link é um contributo fundamental para a compreensão do problema.
Aqui fica.
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
"TELL WORLD LEADERS TO STEP UP THE FIGHT AGAINST AIDS, TB AND MALARIA"
Right now, we are at a critical moment in the fight against AIDS, TB and malaria.
We’ve made great progress, with millions of people in developing countries now able to access life-saving drugs and bed nets.
But without continued investment, we are in danger of sliding backwards and seeing these killer diseases rise.
World leaders must step up their support for the Global Fund.
If they do, we could bring AIDS, TB and malaria under control within our lifetimes:
Assinar aqui
quinta-feira, 20 de junho de 2013
"Tanzania: Police Abuse, Torture, Impede HIV Services"
Etiquetas:
África,
Direito à saúde,
Direitos Humanos,
Discriminação,
Human Rights Watch,
LGBT,
Prostituição,
Saúde,
Sida,
Tanzânia,
Trabalho sexual
quinta-feira, 11 de abril de 2013
domingo, 7 de abril de 2013
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
"Cuidados de saúde - Racionalizar ou racionar?
O Entre as brumas da memória publicou um texto de Isabel do Carmo fundamental para perceber esta "coisa" dos medicamentos "racionados" (ou não?):
A reflexão sobre a racionalização da medicação e dos meios auxiliares de diagnóstico na saúde deverá ser feita separando as águas de duas motivações de origem diferente. De um lado estão as motivações economicistas enquadradas na pressão para que se gaste menos no sector da Saúde integrada em serviços públicos. Com outra origem está a necessidade de racionalização para que o espírito do consumismo não domine também os comportamentos nos cuidados de Saúde e o mercado não esteja à mercê da pressão da indústria farmacêutica, que pode levar a gastar mais e mais caro.
Na íntegra aqui.
A reflexão sobre a racionalização da medicação e dos meios auxiliares de diagnóstico na saúde deverá ser feita separando as águas de duas motivações de origem diferente. De um lado estão as motivações economicistas enquadradas na pressão para que se gaste menos no sector da Saúde integrada em serviços públicos. Com outra origem está a necessidade de racionalização para que o espírito do consumismo não domine também os comportamentos nos cuidados de Saúde e o mercado não esteja à mercê da pressão da indústria farmacêutica, que pode levar a gastar mais e mais caro.
Na íntegra aqui.
quinta-feira, 21 de junho de 2012
"Maternidade Alfredo da Costa: 14 mil postais contra encerramento"

Cerca de 14 mil postais subscritos por outros tantos opositores ao encerramento da Maternidade Alfredo da Costa vão ser hoje entregues na Presidência da República.
"É inadmissível que o Governo anuncie o encerramento da Maternidade Alfredo da Costa, privando os utentes de uma unidade de saúde imprescindível, e colocando em causa centenas de postos de trabalho ou condenando os seus trabalhadores à mobilidade forçada, revelando desrespeito pelas suas vidas", referem os postais dirigidos ao Presidente da República, Cavaco Silva.
Na sexta-feira, o movimento contra o encerramento da unidade de saúde que o Governo quer fechar até final do ano promove uma concentração junto ao Hospital de S. José, onde funciona o conselho de administração do Centro Hospitalar de Lisboa Central, a que pertence a Maternidade Alfredo da Costa.
quarta-feira, 23 de maio de 2012
Assim vai a Europa! - "Hospital grego ameaçou ficar com bebé para mãe pagar a conta da cesariana"
Numa altura em que em Portugal cada vez mais a direita continua a atacar o Serviço Nacional de Saúde, este caso passado na Grécia é bem ilustrativo do que poderá ser o futuro de uma política de saúde anti social.Um hospital de Atenas, na Grécia, terá ameaçado ficar com um bebé, quando a mãe disse que não tinha possibilidade de pagar os 1200 euros de custo da cesariana. Segundo as recentes políticas de austeridade, o Estado só paga despesas médicas de pessoas com emprego e contribuintes regulares.
sexta-feira, 6 de abril de 2012
Petição - "Contra o encerramento da Maternidade Alfredo da Costa"

Os abaixo assinados discordam em absoluto com o tão publicitado "provável encerramento" desta unidade hospitalar especializada em obstetrícia, ginecologia, pediatria e senologia.
Como utente da Mac nestas 3 valências, posso testemunhar o atendimento altamente qualificado e sobretudo personalizado que nos dedicam todos os técnicos: médicos, enfermeiras, fisioterapeutas, psicólogos, técnicos de serviço social, administrativos e pessoal auxiliar.
É, para mim, impensável fechar um hospital com padrões de qualidade internacionalmente reconhecidos nas diversas áreas de actuação e que, num esforço continuado vai renovando o seu espaço, o seu equipamento e as suas técnicas para nos acolher, acarinhar e tratar.
Entendemos que a Maternidade Alfredo da Costa deve continuar a garantir a saúde global da mulher, a segurança na gravidez e no parto e o competente acolhimento do recém-nascido para a vida. E, continuar a cuidar - talvez na sua vertente menos conhecida- das utentes do foro da senologia e da ginecologia oncológica.
Ajudem-me a impedir que "estas notícias" se tornem realidade!
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