Ideia: representação mental; representação abstrata e geral de um objeto ou relação; conceito; juízo; noção; imagem; opinião; maneira de ver; visão; visão aproximada; plano; projeto; intenção; invenção; expediente; lembrança. Dicionário de Língua Portuguesa da Texto Editora
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domingo, 16 de agosto de 2015
"La austeridad ha fracasado: carta abierta de Thomas Piketty y otros economistas a Angela Merkel"
La interminable austeridad que se intenta hacer tragar a la fuerza al pueblo griego básicamente no funciona. Grecia ha dicho ahora basta ya de modo resonante.
Como la mayoría del mundo ya sabía, las exigencias financieras hechas por Europa han aplastado a la economía griega, han llevado a un desempleo masivo, a un derrumbe del sistema bancario, han empeorado bastante más la crisis, con un problema de deuda que se ha acrecentado hasta un 175 % del PIB impagable. La economía yace hoy quebrantada con una caída en picado de los ingresos, la producción y el empleo deprimidos, y las empresas famélicas de capital.
El impacto humanitario ha resultado colosal—hoy el 40 % de los niños vive en la pobreza, la mortalidad infantil se ha disparado y el desempleo juvenil se acerca al 50 %. La corrupción, la evasión fiscal y la mala contabilidad de anteriores gobiernos griegos contribuyeron a crear el problema de la deuda. Los griegos se han plegado a buena parte de la demanda de austeridad de la canciller alemana Angela Merkel —recorte de salarios, recorte del gasto público, tajos a las pensiones, privatizadas y desreguladas, y aumento de impuestos. Pero en años recientes los llamados programas de ajuste infligidos a países como Grecia sólo han servido para crear una Gran Depresión como no habíamos visto en Europa desde 1929-1933. La medicina prescrita por el Ministerio de Finanzas alemán y Bruselas ha sangrado al paciente, no ha curado la enfermedad.
Juntos apremiamos a la canciller Merkel y a la troika a efectuar una corrección de rumbo para evitar mayores desastres y permitir que Grecia permanezca en la eurozona. Ahora mismo se le está pidiendo al gobierno griego que se ponga una pistola en la cabeza y apriete el gatillo. Por desgracia, la bala no solo acabará con el futuro de Grecia en Europa. El daño colateral acabará con la eurozona como ejemplo de esperanza, democracia y prosperidad y podría llevar a consecuencias económicas de largo alcance en todo el mundo.
En la década de 1950, Europa se fundó sobre el perdón de deudas pasadas, sobre todo las de Alemania, lo que generó una aportación masiva al crecimiento económico y la paz de la postguerra. Hoy necesitamos reestructurar y reducir la deuda griega, dejar espacio para que la economía pueda respirar y recuperarse, y permitir que Grecia vaya pagando un gravamen reducido de la deuda durante un largo periodo de tiempo. Este es el momento de repensar con humanidad el programa de austeridad, punitivo y fracasado, de años recientes y avenirse a una reducción considerable de las deudas griegas en conjunción con reformas muy necesarias en Grecia.
Nuestro mensaje a la canciller Merkel es bien claro: le apremiamos a emprender esta acción vital de liderazgo para con Grecia y Alemania, y también ante el mundo. La historia le recordará por su forma de actuar en esta semana. Esperamos y contamos con que haga posible que se den pasos audaces y generosos en relación con Grecia que sean de utilidad para Europa en las generaciones por venir.
Atentamente,
Heiner Flassbeck, ex-secretario de Estado del Ministerio Federal de Finanzas alemán
Thomas Piketty, profesor de Economía de la Escuela de Economía de París
Jeffrey D. Sachs, profesor de Desarrollo Sostenible, profesor de Política de Salud y Gestión, director del Instituto de la Tierra de la Universidad de Columbia
Dani Rodrik, profesor Fundación Ford de Economía Política Internacional, Escuela Kennedy de Harvard
Simon Wren-Lewis, profesor de Política Económica de la Escuela Blavatnik de Gobierno, Universidad de Oxford
segunda-feira, 10 de agosto de 2015
"Alemanha lucrou mais de 100 mil milhões com crise grega"
Porque não querem renegociar as dívidas? Eis a explicação:
A Alemanha "beneficiou claramente com a crise grega", em mais de 100 mil milhões de euros, refere o Instituto de Investigação Económica Halle, membro da Associação Leibniz.
Já em março de 2014, o economista Paulo Nogueira Batista Jr. numa entrevista à Alpha TV, tinha afirmado que o resgate grego serviu para “salvar bancos franceses e alemães”:
quinta-feira, 18 de junho de 2015
"Greece Has Made Tough Choices. Now It's the IMF's Turn." - James K. Galbraith
terça-feira, 26 de maio de 2015
"Grexit and the Morning After" - Paul Krugman
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015
"PUISSANTE ET INCONTRÔLÉE : LA TROÏKA"
Une enquête édifiante sur la fameuse Troika FMI CE BCE qui dicte sa politique à l Union Européenne.
Cinq ans déjà que les États en crise de la zone euro vivent les affres du surendettement.
Pour obtenir les prêts dont ils ont besoin d urgence, il leur faut se soumettre aux exigences les fameux mémorandums de trois institutions phares qui forment la troïka : le Fonds monétaire international (FMI), la Commission européenne (CE) et la Banque centrale européenne (BCE).
Les mesures d austérité qu elles ont imposées n ont jusqu à ce jour pas eu les effets positifs escomptés, bien au contraire.
Ce sont des hauts fonctionnaires, agissant sans aucun contrôle parmementaire, qui prennent les décisions, que les gouvernements doivent ensuite exécuter.
Pour mieux comprendre ce processus, le journaliste économique allemand Harald Schumann (auteur de Quand l Europe sauve ses banques, qui paye ? diffusé par ARTE en 2013) s est rendu en Irlande, en Grèce, au Portugal, à Chypre, à Bruxelles et aux États-Unis.
Au cours de ce passionnant travail d investigation, il a interrogé des ministres, des économistes, des avocats, des banquiers, des victimes de la crise, ainsi que le Prix Nobel d économie 2008, Paul Krugman, qui explique pourquoi cette politique de restriction ne fonctionne pas.
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
domingo, 16 de fevereiro de 2014
"O fim da troika, o regresso aos mercados, o programa cautelar... e outros mitos"
Para servir esta dívida – isto é, para pagar juros e financiar o reembolso da dívida que vence nos próximos anos – o governo português tem dado a entender que Portugal dispõe de duas alternativas: dispensar qualquer espécie de “ajuda externa”, regressando aos mercados (saída limpa); ou recorrer “apenas” a um programa cautelar. Será que alguma destas alternativas serve os interesses de Portugal?
Na íntegra aqui.
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
Assim vai a Europa: "It's not perfect, but today we wake up in a different world"
domingo, 15 de dezembro de 2013
Portugal na imprensa estrangeira - "Economie de guerre au Portugal"
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
"What happens if a bailout country finally decides to just say No?"
Cartoon de Chappatte
It is a question that some officials with the so-called “troika” of international lenders have started asking themselves about Greece. The Greek coalition government, following more than a year in office marked by increasing obstinacy towards reform demands, insists repeatedly that it will not countenance any more austerity measures.
terça-feira, 5 de novembro de 2013
"Socorro!"
A 5 de novembro chegou a Atenas uma missão da troika (UE-BCE-FMI) para se encontrar com o ministro grego das Finanças, Yannis Stournaras. A reunião girou em volta da questão do défice orçamental para 2014 e os meios para o remediar.
Enquanto a troika prevê um défice de dois mil milhões de euros, o Governo grego conta apresentar um orçamento para 2014 baseado num défice primário (sem o encargo da dívida) de 500 milhões de euros. Esta diferença de apreciação poderá comprometer o desbloqueamento de uma nova tranche de ajuda internacional à Grécia.
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
A Comunicação Social que temos - Obrigado Troika!
Desde o passado dia 9 de outubro foi anunciada e comunicada aos órgãos de comunicação social a Manifestação Que se lixe a Troika - Não há becos sem saída que terá lugar no próximo dia 26 de outubro.
Subscrito o manifesto de apelo por quase 1.000 pessoas de todos os quadrantes sociais e profissionais, esta manifestação foi, até hoje, ignorada por essa comunicação social.
O Movimento Que se Lixe a Troika decidiu que era necessário que esta situação acabasse. Convocou uma manifestação a favor da troika. Extraordinário! Não houve jornal que não a noticiasse nem órgão de comunicação que não aparecesse.
É esta a informação (?) que temos.
Aqui fica para memória futura:
A manifestação de apoio à troika que acabou a mandá-la “lixar-se”
Protesto irónico a favor da troika junta cerca de 30 pessoas em Lisboa
Movimento "Que se lixe a Troika" traz ironia para a rua
sábado, 19 de outubro de 2013
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
domingo, 6 de outubro de 2013
Livro Recomendado - "A crise, a troika e as alternativas urgentes"
De Alexandre Abreu, Hugo Mendes, João Rodrigues, José Guilherme Gusmão, Nuno Serra, Nuno Teles, Pedro Delgado Alves e Ricardo Paes Mamede.
Uma Crítica:
Um livro que propõe uma interpretação muito fundamentada das causas e das consequências do atual programa de ajustamento financeiro, desafiando a visão indigente e deturpada da Troika e do coro de comentadores que com ela alinham. Uma crítica devastadora da forma como foi concebido e como tem sido executado o programa português de ajustamento, propondo alternativas para o futuro. - João Ferreira do Amaral
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
"Mea culpa" - FMI
Uma equipa de técnicos do Fundo Monetário Internacional, liderada pelo economista-chefe Olivier Blanchard, defende, num relatório tornado público esta terça-feira, que as políticas defendidas pela instituição ao nível orçamental mostraram, desde o início da crise financeira em 2008, estar erradas em muitos pontos essenciais.
A reação do PSD ao relatório é extraordinária:
Marco António Costa acusou hoje o Fundo Monetário Internacional de "hipocrisia institucional", por fazer "proclamações em relatórios" onde reconhece excesso de austeridade, mas depois "mantém-se inflexível" nas negociações.
Como se até hoje o PSD e o governo tivessem feito alguma coisa para alterar o desastroso acordo feito. Caiu que "nem ginjas"! Numa altura em que não há desculpas para o governo não tentar renegociar o chamado Acordo de entendimento vem o FMI fazer uma mea culpa. Até parece que não é este partido que propõe os cortes nas pensões, que aumentou o horário de trabalho dos funcionários públicos para 40 horas, que quer despedir milhares de funcionários públicos, que, por sua vontade, os portugueses vivam no limiar da pobreza, Até parece que não é este partido que não toca nos fabulosos lucros da banca, que deixa Jardins Gonçalves e outros viverem como verdadeiros imperadores chineses. Até parece que este relatório do FMI é combinado. A dias das eleições autárquicas... E não sou má língua!
E a Troika não fala!
Este é o Relatório.
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
"SERÁ VERDADE QUE PORTUGAL FOI OBRIGADO A PEDIR O EMPRÉSTIMO À “TROIKA” PORQUE NÃO TINHA DINHEIRO PARA PAGAR SALÁRIOS E PENSÕES?" - por Eugénio Rosa
A mentira e a ignorância estão cada vez mais presentes nos ataques às funções sociais do Estado pelos comentadores com acesso privilegiado aos media. É mais um exemplo concreto do pensamento único sem contraditório atualmente dominante nos grandes órgãos de comunicação social. Quem oiça esses comentadores habituais que muitas vezes revelam que não estudaram minimamente aquilo de que falam, poderá ficar com a ideia de que Portugal é um país diferente dos outros países da União Europeia onde o “Estado Social" é insustentável e está próximo da falência por ter garantido aos portugueses uma saúde, uma educação e uma proteção que inclui o sistema de pensões, mais “generosos” do que a dos outros países e que, por isso, é insustentável.
Eugénio Rosa
segunda-feira, 17 de junho de 2013
"Renegociar já, mas não como os credores querem"
Com as intervenções da troika, uma parte importante da dívida grega e portuguesa passou de mãos dos credores privados, internos e externos, para a de credores oficiais – o FMI, o BCE e os fundos da União Europeia. Para isso serviram os resgates: para transferir dívida pública tóxica do sector privado para o sector público. Quem agora o reconhece, com a mais desavergonhada candura, é o FMI no relatório sobre a Grécia que recentemente veio a público: “Uma reestruturação à partida teria sido melhor para a Grécia, apesar disto não ser aceitável pelos parceiros do euro. Uma reestruturação atrasada também criou a janela para os credores privados reduzirem a sua exposição e mudarem a dívida para as mãos de credores oficiais (FMI, BCE e instrumentos europeus). Esta mudança ocorreu numa escala significativa e limitou um bail in (resgate envolvendo os detentores de títulos de dívida)… deixando os contribuintes e os Estados com a responsabilidade de pagar”.
Compreende-se assim que, “à partida”, os banqueiros não quisessem nada com a reestruturação da dívida. “Temos de evitar a reestruturação da dívida o mais possível porque se fizermos perder dinheiro àqueles que nos emprestaram dinheiro, esses não vão voltar a emprestar outra vez”, disse José Maria Ricciardi, segundo o jornal Sol, no dia 27 de Dezembro de 2011.
E compreende-se também que a opinião agora comece a mudar. “Se até 2014 a economia não crescer, vai ser necessário reestruturar a dívida”, disse o mesmo Ricciardi em entrevista ao Jornal de Negócios na semana passada.
Não era difícil perceber o que devia ser feito em 2010 na Grécia e 2011 em Portugal — Grécia e Portugal deviam ter desencadeado uma renegociação da dívida tendente à sua reestruturação. Mas a reestruturação atempada da dívida teria feito “perder dinheiro àqueles que nos emprestaram dinheiro” e isso era inaceitável para quem condicionava e acabou por determinar as decisões políticas do momento — os bancos e os fundos de investimento.
A situação agora é outra. Agora, perante os resultados da austeridade, interessa aos banqueiros garantir a cobrança de alguma coisa antes que as vítimas da austeridade se tornem incapazes de pagar o que quer que seja. Por isso falam de reestruturação da dívida.
Será que isso significa que a renegociação da dívida e a sua reestruturação já não interessa aos povos da Grécia e de Portugal? É claro que interessa. Só a renegociação, acompanhada de uma moratória, e a reestruturação, com anulação de uma parte do valor da dívida, redução das taxas de juro e alongamento das maturidades, pode reduzir o peso dos juros na despesa pública, evitar o colapso da provisão pública de bens e serviços e libertar recursos para o investimento e a criação de emprego.
Mas a reestruturação de que Portugal e a Grécia precisam não é a dos credores. Aos credores interessa aliviar o fardo para que o “animal” continue a ser capaz de puxar a carroça. Aos povos grego e português interessa alijar a carga para caminhar em frente, sem condições impostas pelos credores.
A renegociação tendente à reestruturação da dívida de que precisamos tem de ser conduzida em nome do interesse nacional, contra o interesse dos grandes credores e salvaguardando os pequenos aforradores. O Estado português tem de tomar a iniciativa e conduzir todo o processo. Mas o Governo português, o Presidente da República e a maioria dos deputados da Assembleia da República fingem não perceber. Estão sentados à espera que os credores mandem. Em contrapartida, cresce na sociedade a compreensão da necessidade de agir.
A Iniciativa para uma Auditoria Cidadã à Dívida (IAC), que desde a sua fundação em Dezembro de 2011 tem vindo a trabalhar para conhecer e dar a conhecer a dívida pública (ver o Relatório “Conhecer a dívida para sair da armadilha”), lançou, em conjunto com outras organizações, a campanha Pobreza não paga a dívida: renegociação já!
Responde esta campanha à necessidade sentida pela IAC de complementar o trabalho de estudo e análise da dívida pública, que prosseguirá, com mais debate público sobre as causas e as consequências da dívida e mobilização pela sua renegociação com a participação dos cidadãos.
A campanha envolve uma petição dirigida à Assembleia da República, instando-a a pronunciar-se pela abertura urgente de um processo de renegociação da dívida pública, pela criação de uma entidade para acompanhar a auditoria à dívida pública e o seu processo de renegociação e pela garantia de que nestes processos existe isenção de procedimentos, rigor e competência técnicas, participação cidadã qualificada e condições de exercício do direito à informação de todos os cidadãos e cidadãs.
Trata-se de fazer ouvir em S. Bento uma opinião e uma vontade que acreditamos ser maioritária na sociedade portuguesa.
É certo que quando tudo está a arder uma petição parece pouco. No entanto, com um número pouco usual de assinaturas, a petição terá força. Confrontando os membros da Assembleia da República com as suas responsabilidades, poderá acordá-los para a necessidade de não fazer o que os credores querem.
A petição pode ser subscrita online em http://pobrezanaopagaadivida.info/subscrever-peti-o.html
José Maria Castro Caldas no Público de hoje
sexta-feira, 7 de junho de 2013
Assim vai a Europa! - "Sacrificámos a Grécia para salvar o euro"
Segundo o FMI, o plano de resgate da Grécia permitiu sobretudo aos seus credores livrarem-se das suas responsabilidades e protegerem-se dos riscos de contágio. Os gregos deveriam revoltar-se e redefinir as condições do empréstimo
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