Ideia: representação mental; representação abstrata e geral de um objeto ou relação; conceito; juízo; noção; imagem; opinião; maneira de ver; visão; visão aproximada; plano; projeto; intenção; invenção; expediente; lembrança. Dicionário de Língua Portuguesa da Texto Editora
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domingo, 1 de junho de 2014
Assim vai a Europa! - "Podemos"
O Podemos conseguiu 5 eurodeputados. Nascido do Movimento 15-M em Espanha, transformou-se num movimento que concorreu às eleições europeias em Espanha.
O documento programático é uma lufada de ar fresco na política europeia e a prova de que é Possível um outro mundo.
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segunda-feira, 26 de maio de 2014
Dossier Eleições Europeias - Nada será como dantes!
Os resultados das eleições europeias em toda a Europa são o reflexo daquilo em que foi transformada a União Europeia: uma incompreensão dos anseios da população, a falta de democracia numa instituição em que não são eleitos os dirigentes, a burocracia instituída como ideologia.
Nos países em que houve intervenção da Troika, Irlanda, Grécia e Portugal, os resultados foram de castigo aos governos. Na Grécia, o Syrisa ganhou claramente, mas, o Aurora Dourada conseguiu eleger 3 deputados que, com certeza, se vão juntar aos extremistas de direita dos outros países. Na Irlanda, o vice primeiro ministro já pediu a demissão. Em Portugal... lá iremos mais à frente.
A Europa de hoje é outra.
Os resultados da extrema direita são assustadores. Os dirigentes de um continente que apenas há 70 anos se libertou do nazismo e tem estes resultados têm que pensar bem no que é que andam a fazer.
A vitória da Frente Nacional em França e do partido anti-UE na Grã Bretenha são, na minha opinião, os facto mais relevantes destas eleições na medida em que a própria União Europeia pode estar, sem dúvida, a caminho do fim.
Aqui ao lado, em Espanha, o PP e o PSOE perderam deputados para a Esquerda Unida e o Podemos e o secretário geral dos socialistas já se demitiu.
E em Portugal?
Uma abstenção acima do resto da Europa, a derrota do governo, a pequena vitória do PS, a subida da CDU, o desastre do BE e o "fenómeno" Marinho e Pinto.
Ganharam o protesto e a desolação. A abstenção é a grande vencedora (65%).
Os partidos do governo levaram um cartão vermelho, mas o PS, apesar de ter ganho, não parece ter conquistado inequivocamente a confiança para a formação de um novo governo.
A CDU continua para ficar.
O BE é o único responsável do seu mau resultado. A sobranceria e a arrogância da sua direção, a surdez e descriminação em relação aos militantes que tentaram e continuam a lutar para uma alteração das posições da direção, a saída de militantes só podiam levar a este resultado.
Para os partidos do governo, apesar de reconhecerem a derrota, tudo está na mesma: estas eleições não foram para o parlamento português, o governo tem toda a legitimidade para governar, etc., etc., etc.
Espero que a esquerda tire as lições necessárias e comece a pensar mais nos portugueses e menos nas suas guerrinhas.
Quanto a Marinho e Pinto: não se esqueçam quem ele é:
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quinta-feira, 22 de maio de 2014
"Ending extreme poverty is in our hands"
A lot has changed in a decade.
10 years ago, Facebook existed on a computer in a college dorm. There were no tweets, hashtags or iPhones. The only people occupying Wall Street wore suits and the Tea Party had a colonial Boston accent. And ONE was but a few.
Eleições Europeias:
But, there is hope in sight - in the last 20 years extreme poverty has halved, and millions of lives are saved around the world thanks to vaccinations and better health care.
If this trend continues we could see the end of extreme poverty by 2030; but we need your help to make it happen.
We’re asking the European Union to honour its promises on providing aid for the world’s poorest, and to make governments and businesses transparent and accountable, which will help African citizens follow the money and ensure resources are being used to save lives.
Europe is the world’s biggest aid donor - and the way this aid is spent is vital.
As the May elections approach, candidates need to know that extreme poverty is an issue voters care about, and want to see them act on.
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quarta-feira, 21 de maio de 2014
Dossier Eleições Europeias - França: "Ebola pour « régler » les problèmes d'immigration, une simple « observation », selon M. Le Pen"
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Dossier Eleições Europeias - "O que defendem os principais partidos sobre o Tratado Orçamental?"
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quinta-feira, 15 de maio de 2014
Dossier Eleições Europeias - "Três quartos dos europeus de costas viradas para a Europa"
terça-feira, 13 de maio de 2014
Dossier Eleições Europeias - Portugal
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domingo, 4 de maio de 2014
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
"Pela Dignidade, pela Democracia e pelo Desenvolvimento: Defender Portugal"
É tempo de defender Portugal de resgates que o empobrecem, desesperam e põem em perigo a liberdade e a democracia. É tempo de recusar a submissão passiva de Portugal a uma União Europeia transformada em troika permanente. Precisamos duma alternativa política que dê força e sentido prático à resistência e ao protesto. Os portugueses precisam de uma maioria para governar em nome da dignidade, da democracia e do desenvolvimento. É tempo de juntar forças.
É possível uma alternativa política aos resgates e à austeridade e há, para isso, um programa político claro e com entendimentos abrangentes. O tempo urge e os apelos à unidade devem ter consequências. Para impulsionar a construção desta maioria democrática, as forças políticas, movimentos e pessoas que já hoje podem e querem convergir não têm de esperar por entendimentos entre toda a oposição democrática. Têm de dar passos que favoreçam a acção conjunta, desde já, no plano político e eleitoral.
As bases programáticas da convergência já existem. A prioridade é o respeito pela democracia e pela Constituição, impedindo que os interesses da finança se sobreponham aos direitos dos cidadãos. Estamos de acordo quanto à necessidade de pôr travão à austeridade e renegociar a dívida. De impedir o sufoco de novos resgates e memorandos, com esse ou outro nome. De devolver dignidade ao trabalho, começando por actualizar o salário mínimo e garantir a negociação colectiva. De combater as injustiças na distribuição do rendimento e da riqueza, moralizando o sistema fiscal. De erradicar a pobreza. De reafirmar que a saúde, a educação e as pensões não são mercadorias e que o Estado Social não está à venda. De preservar o carácter público da água, dos serviços postais e dos transportes colectivos.
Também convergimos na vontade de impedir que a União Europeia seja um espaço não-democrático, baseado na relação desigual entre ricos e pobres, credores e devedores, mandantes e mandados. Na necessidade de defender Portugal das exigências de um tratado orçamental, que impõe o empobrecimento, a dependência e o declínio.
A nossa proposta é clara: desenvolver um movimento político amplo que no imediato sustente uma candidatura convergente a submeter a sufrágio nas próximas eleições para o Parlamento Europeu.
Defendemos a constituição de uma lista credível e mobilizadora, que envolva partidos, associações políticas, movimentos e pessoas que têm manifestado inquietação, discutido alternativas e proposto acção.
Temos como objectivo construir um movimento político que seja o mais amplo possível. Uma plataforma abrangente e ao mesmo tempo clara é realizável a partir das bases programáticas que enunciámos. Ela deve ser levada a sufrágio para lhe dar voz e força. Enquanto cidadãos e cidadãs sem filiação partidária, mas nem por isso menos empenhados e politicamente ativos, estamos prontos a fazer a nossa parte.
Abílio Hernandez, professor da Universidade de Coimbra e mandatário da candidatura Cidadãos por Coimbra; Alexandre Oliveira, produtor; Américo Monteiro, sindicalista; Ana Cristina Costa, economista e professora universitária; Ana Sousa Dias, jornalista; André Carmo, geógrafo; António Avelãs, professor e sindicalista; António Hespanha, professor universitário; António Eduardo Pinto Pereira, engenheiro; António Pedro Vasconcelos, cineasta; Boaventura de Sousa Santos, professor da Universidade de Coimbra e Diretor do Centro de Estudos Sociais; Carlos Brito, escritor e antigo parlamentar; Cipriano Justo, médico e professor universitário; Cláudio Torres, arqueólogo; Constantino Alves, padre, Daniel Oliveira, jornalista; Domingos Lopes, advogado; Eugénia Pires, economista; Fernando Bessa Ribeiro, professor universitário; Guadalupe Simões, enfermeira e sindicalista; Hélder Costa, dramaturgo/encenador; Hélio Samorrinha, consultor comercial; Henrique Sousa, investigador em ciência política; Isabel Allegro de Magalhães, professora catedrática da UNL (aposentada); Isabel do Carmo, médica, professora universitária; Isabel Tadeu, funcionária pública; Ivan Nunes, doutorando em Estudos sobre Cinema; João Almeida, assessor de vereação da C. M. Lisboa; João Arriscado Nunes, professor da Universidade de Coimbra; João Botelho, realizador; João Leal Amado, professor da Universidade de Coimbra; João Paulo Avelãs Nunes, professor da Universidade de Coimbra; Jorge Leite, professor da Universidade de Coimbra; Jorge Malheiros, geógrafo e docente universitário; José Aranda da Silva, farmacêutico; José Augusto Ferreira da Silva, advogado e vereador eleito pela candidatura Cidadãos por Coimbra; José Goulão, jornalista; José Lopes Guerreiro, consultor e ex-Presidente da Câmara Municipal do Alvito; José Luís Albuquerque, economista; José Maria Castro Caldas, economista e investigador; José Reis, professor universitário e membro da AM de Coimbra eleito pela candidatura Cidadãos por Coimbra; José Vitor Malheiros, consultor; Licínio C. Lima, professor catedrático; Luís Moita, professor da Universidade de Autónoma de Lisboa; Luísa Costa Gomes, escritora; Manuel Brandão Alves, professor da Universidade de Lisboa; Manuel Carlos Silva, professor universitário e sindicalista; Manuel Carvalho da Silva, professor universitário e investigador; Manuel Coelho, médico e ex-autarca; Manuel Sarmento, professor universitário; Manuela Mendonça, professora e sindicalista; Manuela Silva, médica psiquiatra; Mariana Avelãs, tradutora; Miguel Gomes, realizador; Nuno Artur Silva, autor e produtor; Nuno Fonseca, designer; Paulo Fidalgo, médico; Pilar del Rio, jornalista; Ricardo Araújo Pereira, humorista; Ricardo Paes Mamede, economista e professor universitário; Rui Caleiras, sindicalista; Rui Graça Feijó, investigador; Sérgio Manso Pinheiro, geógrafo e funcionário público; Teresa Medina, professora universitária; Teresa Pizarro Beleza, professora de Direito da Universidade Nova de Lisboa.
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segunda-feira, 25 de novembro de 2013
"Um guião político para as Europeias de 2014" - Alexandre Abreu, João Rodrigues e Nuno Teles
Alexandre Abreu, João Rodrigues e Nuno Teles são 3 jovens economistas que se alinham à esquerda. São daqueles economistas que nunca vão aos telejornais porque as suas opiniões, propostas e soluções são antiliberais, são a favor das pessoas. Para os órgãos de comunicação social é muito melhor ouvir os mesmos que há quase 40 anos dizem o mesmo todos os dias. Alguns que até foram governantes e são também responsáveis pela situação da economia portuguesa.
Elaboraram um documento importantíssimo para a necessária reflexão que se avizinha para as próximas eleições para o Parlamento europeu no próximo ano.
Fundamental!
Conclusões:
No atual contexto, sabemos que as contradições colocadas pela Zona Euro à periferia
europeia não encontram em Portugal o seu expoente máximo. Todavia, tal
constatação não deve traduzir-se em maior tibieza por parte da esquerda portuguesa.
Pelo contrário, num quadro em que a diabolização da opção soberana tenderá a
crescer no espaço público, até na proporção em que a sua popularidade for
crescendo, é decisivo que a esquerda nacional consiga construir uma robusta
plataforma política soberana para o país que responda aos desafios políticos que se
colocarão à União Europeia no futuro, sejam eles produto de uma correlação de
forças sociais favorável em Portugal ou em qualquer outro país da periferia
Europeia.
Uma Europa solidária de esquerda implica por isso a ativa mobilização contra uma
integração europeia em cujo centro está a neoliberalização assimétrica do espaço
europeu. Assim, a campanha de uma força de esquerda que queira ser portadora de
um projeto de esperança para os que aqui vivem tem de saber articular três grandes
linhas: desobediência e recusa das perdas passadas e futuras de soberania, porque
quem manda aqui é o povo português; renegociação da dívida, porque esta foi o
produto de uma integração disfuncional e constitui um fardo intolerável; e exigência
de saída do Euro, porque é a única forma de recuperarmos os instrumentos de
política sem os quais não existe a escolha de que é feita a soberania democrática.
Na íntegra aqui
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