Ideia: representação mental; representação abstrata e geral de um objeto ou relação; conceito; juízo; noção; imagem; opinião; maneira de ver; visão; visão aproximada; plano; projeto; intenção; invenção; expediente; lembrança. Dicionário de Língua Portuguesa da Texto Editora
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sexta-feira, 3 de novembro de 2017
terça-feira, 9 de agosto de 2016
quarta-feira, 25 de maio de 2016
"Top 12 reasons the Good War was Bad - Hiroshima in context" - David Swanson
Consider this a friendly reminder to President Obama on his way to Hiroshima.
No matter how many years one writes books, does interviews, publishes columns, and speaks at events, it remains virtually impossible to make it out the door of an event in the United States at which you've advocated abolishing war without somebody hitting you with the what-about-the-good-war question.
segunda-feira, 23 de maio de 2016
"FIVE YEARS AFTER: ‘Don’t abandon us,’ victims of Fukushima nuclear accident say"
Miyako Kumamoto longs for the days of sharing fresh home-grown produce with her friends in the clean mountain air of Fukushima Prefecture.
But now, the 73-year-old fears she will be forced to live alone on the streets of Tokyo under government policies concerning evacuees from the Fukushima nuclear disaster.
domingo, 9 de agosto de 2015
Nagasaki!
A 9 de agosto de 1945 os Estados Unidos da América lançaram uma bomba atómica sobre Nagasaki.
Neste blogue é obrigatória a lembrança desta data.
quinta-feira, 6 de agosto de 2015
Hiroshima!
A 6 de agosto de 1945 os Estados Unidos da América lançaram uma bomba atómica sobre Hiroshima.
Neste blogue é obrigatória a lembrança desta data.
Testemunho de Shintaro Yokochi publicado no Expresso de 5 de agosto de 2000:
O céu estava claro e sem nuvens e a manhã anunciava-se ensolarada na aldeia de Yokohama; a pouco mais de um quilómetro de Hiroshima, no lado oposto da baía do mesmo nome. Frequentava o quarto ano da instrução primária e já poderia estar de férias se a guerra, que parecia não ter fim, não nos obrigasse a permanecer nas aulas no início de Agosto. Passava pouco das 8 horas da manhã e o professor falava calmamente, quando de repente um clarão enorme inundou a sala de aula. Era uma luz azul tão intensa que por momentos fiquei encandeado e não consegui ver nada. Apesar disso, corri para a janela e vi uma bola de fogo no cimo do monte. Seguiu-se um estrondo enorme e, por instinto, saltei pela janela. Depois ficou tudo escuro e um vento muito forte e quente abateu-se sobre nós, as janelas estilhaçaram-se e os vidros foram projectados em pedacinhos por todos os lados, as colunas contorceram-se e a escola ficou torta. O pânico foi total. Alguns dos meus colegas ficaram deitados no chão e os seus choros tornaram-se angustiantes. Senti um formigueiro percorrer-me o corpo e a boca secar. Naquele instante pensei: o Sol caiu.
Enquanto uma nuvem de fumo ia devorando o céu, pude verificar que aquele vento que se seguira ao estrondo tinha destroçado grande parte da aldeia. Com as pernas a tremer e sem perceber o que se estava a passar, corri em direcção a casa. Ao chegar perto dela reparei que o jardim tinha sido arrancado, as colunas que suportavam a casa esta tortas e o telhado partido, mas, apesar disso, a casa ficara de pé. Lá dentro, nada estava no mesmo sítio. A minha mãe tentava pôr um pouco de ordem nas coisas e o meu pai, que pertencia a um grupo de protecção civil, já tinha partido para Hiroshima. Corri em direcção ao monte que ficava sobranceiro à casa, esgueirando-me por entre os destroços. Senti as pernas a fraquejar e o coração a bater cada vez mais depressa. O calor era intenso e caía uma chuva preta que se misturava com as lágrimas que me escorriam pela cara. Quando cheguei ao cimo do monte, pensei que o Inferno tinha descido à Terra. Lá em baixo, na baía, os pescadores atiravam- se à água para escapar ao vento que os queimava e uma coluna de fumo subia pelo céu até perder de vista. Não queria acreditar no que os meus olhos viam, Hiroshima tinha desaparecido.
Os edifícios ou tinham caído ou as paredes que lhes restavam balouçavam como se fossem de cartão. As chamas brotavam dos escombros e começavam a propagar-se, impelidas pelo vento ameaçador. Aterrado, desci novamente até à aldeia e comecei a vislumbrar, formas humanas que se moviam como numa procissão de fantasmas. Vinham de braços erguidos, afastados do corpo, as mãos em frente ao peito e gemiam. Compreendi, então, que eram pessoas queimadas a procurar evitar que os braços lhes tocassem nos corpos. Vinham nus ou cobertos por pedaços de roupas que se confundiam com as peles queimadas e penduradas. Os rostos esta contraídos pela dor, mas os seus lábios já não articulavam uma palavra, faziam apenas alguns gestos em silêncio.
A minha escola, ou o que restava dela, serviu para acolher os feridos e transformou-se numa espécie de hospital. A ajuda para aliviar dores não era muito eficaz porque ninguém sabia ainda do que se tratava, apenas se dizia que tinha sido lançado um novo tipo de bomba. Não havia medicamentos para tratar aquelas pessoas que iam chegando cada vez mais e mais. Muitas acabaram por morrer nas horas seguintes. Durante todo o dia um cogumelo de fumo pairou no céu e a chuva preta não cessou de cair. Essa foi a noite mais longa da minha vida. Fiquei sozinho em casa. O meu pai continuava em Hiroshima em missão de salvamento e a minha mãe dava assistência aos feridos no hospital. Encolhi-me num canto do que restava do meu quarto. Na escuridão da noite sentia apenas o corpo a tremer e as lágrimas a correrem-me pelo rosto. E, apesar do cansaço, tinha medo de adormecer.
Na íntegra aqui.
A homenagem de Ney Matogrosso:
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
"Na sombra de Hiroshima" - Noam Chomsky
O 6 de agosto, aniversário de Hiroshima, deveria ser um dia de reflexão sombria, não só pelos terríveis acontecimentos dessa data em 1945, mas também pelo que revelaram. Os atos em memória desse dia têm, este ano, um significado especial.Artigo de Noam Chomsky no jornal mexicano La Jornada
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
sábado, 6 de agosto de 2011
segunda-feira, 14 de março de 2011
Nuclear
Japão pede apoio à Agência de Energia Atómica após explosão em central nuclear
A explosão nuclear na central nuclear de Fukushima representa um desaire para os defensores da produção de energia elétrica por via nuclear.O mais importante deste acidente é, sem dúvida, o problema das pessoas que podem sofrer diretamente com as suas consequências. Para esses vai a nossa solidariedade. Mas, a necessária discussão sobre a opção nuclear é a consequência óbvia.
Só na União Europeia existem 143 centrais em produção. Se pensarmos no resto da Europa, nomeadamente na Rússia, na Ucrânia, etc., então o número de centrais no continente aumenta substancialmente.
O desenvolvimento não pode ser feito a qualquer custo. Agora que a situação política no Médio Oriente tem traços de incerteza quanto ao futuro das importações de petróleo, os países desenvolvidos têm necessariamente que repensar as suas opções energéticas. Mas, acima de tudo, é preciso uma inspeção a todas as centrais nucleares.
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
"Activists are not criminals"
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Prendam-me!

If Junichi Sato and Toru Suzuki have committed a crime by opposing the scandal and corruption of Japan’s whaling programme, you must arrest me for assisting them.
All of us who have supported efforts to save the whales with time, money, or by lending our name to letter writing campaigns, petitions, virtual marches, or e-cards are complicit in Junichi and Toru’s actions.
If you are going to start rounding up political prisoners for the crime of defending whales, you will need to arrest a great many people around the world.
Assine!
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
segunda-feira, 11 de maio de 2009
sexta-feira, 26 de dezembro de 2008
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