Ideia: representação mental; representação abstrata e geral de um objeto ou relação; conceito; juízo; noção; imagem; opinião; maneira de ver; visão; visão aproximada; plano; projeto; intenção; invenção; expediente; lembrança. Dicionário de Língua Portuguesa da Texto Editora
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terça-feira, 26 de dezembro de 2017
domingo, 28 de maio de 2017
Lettre de Jean Moulin à sa famille
Voici l’une des dernières lettres écrites par le préfet d’Eure-et-Loir, Jean Moulin, avant la capitulation du gouvernement de Pétain suite à l’invasion allemande lors de la Seconde Guerre mondiale. Révoqué dès la fin de l’année 1940, Jean Moulin entre vite dans la clandestinité et se rapproche de la résistance gaullienne. La lettre suivante, adressée à sa mère et sa sœur Laure, paraît terrible lorsque l’on connaît la fin de l’histoire : arrêté dans la banlieue lyonnaise en juin 1943, Jean Moulin est torturé par le chef de la Gestapo. Il meurt de ses blessures. Après la guerre, Jean Moulin est reconnu pour sa conduite héroïque et entre au Panthéon.
Bien chère Laure,
Je vous ai peu donné de mes nouvelles ces derniers jours. La faute en est aux événements tragiques que j’ai vécus. J’ai vu bien des misères humaines. Mon réconfort a été de voir bien des dévouements obscurs, des dévouements que tout le monde ignorera toujours, hormis quelques spectateurs.
Mon pauvre département est mutilé et saignant de toute part. Rien n’a été épargné à la population civile.
Quand vous recevrez cette lettre, j’aurai sans doute rempli mon dernier devoir. Sur ordre du gouvernement, j’aurais reçu les Allemands au chef-lieu de mon département et je serai prisonnier.
Je suis sûr que notre victoire prochaine — grâce à un sursaut d’indignation du reste du monde et à l’héroïsme de nos soldats, qui valent mieux que l’usage que l’on en a fait — viendra me délivrer.
Je ne savais pas que c’était si simple de faire notre devoir quand on est en danger.
Je pense à vous de tout mon cœur.
Jean
Si les Allemands me faisaient dire des choses contraires à l’honneur, vous savez déjà que cela n’est pas vrai.
quarta-feira, 18 de janeiro de 2017
terça-feira, 5 de janeiro de 2016
quarta-feira, 19 de agosto de 2015
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015
terça-feira, 27 de janeiro de 2015
Hoje é o "Holocaust Memorial Day"
Hoje é o Dia Internacional da Memória do Holocausto. Foi escolhido este dia por ser o da libertação do campo de concentração de Auschwitz pelas tropas soviéticas.
Foi há 70 anos:
Tal como todos os anos, curvo-me perante todas as vítimas deste crime hediondo: judeus, ciganos, homossexuais, anti fascistas e muitos outros. Para que a memória perdure. Para que não se repita. Infelizmente, outros crimes de genocídio já decorreram depois deste: Ruanda, Camboja, Darfur e Bósnia são exemplos disso.
Este ano, a BBC mostra-nos o que é hoje o campo:
Este ano deixo um pequeno vídeo das obras de alguns artistas que viveram este pesadelo:
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domingo, 18 de janeiro de 2015
"E agora, alguma coisa completamente diferente" - José Pacheco Pereira
quarta-feira, 9 de abril de 2014
segunda-feira, 7 de abril de 2014
40 anos do 25 de abril - testemunhos e histórias sobre a resistência ao fascismo - 1
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segunda-feira, 24 de março de 2014
A CRISE ACADÉMICA DE 1962
A CRISE ACADÉMICA DE 1962
Escreve Ana Albuquerque:
Foi há 52 anos. Vale a pena recordar.
24 de Março de 1962, em plena ditadura.
A Polícia de Choque atacou e carregou forte e feio sobre os estudantes que se manifestavam em Lisboa, o que originou a primeira grande crise académica, a segunda seria sete anos depois, em Coimbra. Pode dizer-se que a crise académica de 1962 constituiu um dos principais momentos de conflito entre os estudantes universitários portugueses e o regime de Salazar.
Colette Magny cantou-os chamando-lhes "les gens de la moyenne".
Escreve Ana Albuquerque:
Foi há 52 anos. Vale a pena recordar.
24 de Março de 1962, em plena ditadura.
A Polícia de Choque atacou e carregou forte e feio sobre os estudantes que se manifestavam em Lisboa, o que originou a primeira grande crise académica, a segunda seria sete anos depois, em Coimbra. Pode dizer-se que a crise académica de 1962 constituiu um dos principais momentos de conflito entre os estudantes universitários portugueses e o regime de Salazar.
Colette Magny cantou-os chamando-lhes "les gens de la moyenne".
sábado, 4 de janeiro de 2014
3 de janeiro de 1960,"Documentário: A Fuga de Peniche "
A 3 de janeiro de 1960, 10 presos políticos fugiram do forte de Peniche. Este documentário é o testemunho de 3 desses anti fascistas.
quarta-feira, 15 de maio de 2013
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
18 de Setembro de 1970 – Fundação do MRPP
Fundado em 18 de Setembro de 1970, o MRPP – Movimento Reorganizativo do Partido do Proletariado defendia que o Partido Comunista Português adotara uma ideologia "revisionista", tendo deixado de ser o "partido do proletariado". Para a prossecução da revolução era necessário reorganizá-lo – daí o nome escolhido. Teve como Secretário-Geral Arnaldo Matos. O seu órgão central foi sempre o "Luta Popular", cuja primeira edição foi lançada em 1971 (ainda no tempo da ditadura). O MRPP foi um partido muito ativo antes do 25 de Abril de 1974, especialmente entre estudantes e jovens operários de Lisboa e sofreu a repressão das forças policiais, reivindicando como mártir José Ribeiro dos Santos, um estudante assassinado pela polícia política durante uma manifestação ilegal em 12 de Outubro de 1972.
PCTP-MRPP
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