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segunda-feira, 16 de julho de 2018

"A DIMINUIÇÃO DOS CUSTOS DO TRABALHO, O AUMENTO DA PRODUTIVIDADE EM PORTUGAL E NA UNIÃO EUROPEIA, E O AGRAVAMENTO DA DESIGUALDADE NA REPARTIÇÃO DA RIQUEZA" - Eugénio Rosa


Numa altura em que a UGT, patrões e governo se uniram na concertação social para impedir qualquer alteração importante do Código de Trabalho que permitisse uma recuperação dos rendimentos dos trabalhadores portugueses através de alterações importantes nas leis do Trabalho, como eram a introdução do principio do tratamento mais favorável que até existia antes do 25 de Abril e que impedia que nos contratos individuais de trabalho se estabelecessem condições piores das que constam na própria lei; o fim da caducidade automática dos Contratos Coletivos de Trabalho que tem permitido a chantagem das associações patronais visando obrigar os sindicatos a aceitar condições menos dignas de trabalho e de remunerações; a redução da precariedade que cresceu muitos nos últimos anos, o que permite a sobre-exploração dos trabalhadores com contratos precários; repetindo, face a tal acordo UGT/Patrões/Governo, interessa analisar como tem evoluído os custos do trabalho e, associado a estes, as remunerações, e como essa variação tem contribuído para agravar as desigualdades na repartição da riqueza criada em Portugal.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Os ricos estão mais ricos. Os pobres estão mais pobres.

O espelho da desigualdade no mundo está no relatório publicado hoje pelas Wealth-X e UBS.
Nada de novo. Os ricos estão mais ricos e os pobres mais pobres. Em Portugal há 870 milionários. Têm 75 mil milhões de euros no conjunto (1/3 da riqueza nacional produzida pelos portugueses). São os que lucram com as baixas dos salários, com os despedimentos. São os que nos dizem que "aguentamos" e os que provocaram a crise mundial em que nos encontramos. São os que olham para os pobres dos pobres como danos colaterais do seu mundo.

É inevitável a revolta!

O relatório na íntegra aqui.