Ideia: representação mental; representação abstrata e geral de um objeto ou relação; conceito; juízo; noção; imagem; opinião; maneira de ver; visão; visão aproximada; plano; projeto; intenção; invenção; expediente; lembrança. Dicionário de Língua Portuguesa da Texto Editora
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quarta-feira, 7 de novembro de 2018
"A night of firsts: the candidates who made history in the 2018 midterms" - Sam Levin and Julia Carrie
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quinta-feira, 7 de julho de 2016
"This is how fascism comes to America"
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quinta-feira, 10 de setembro de 2015
"As primárias dos multimilionários" - Serge Halimi
Em 2012, Barack Obama e Willard Mitt Romney gastaram, cada um, cerca de mil milhões de dólares para financiar as suas campanhas presidenciais. O multimilionário nova-iorquino Donald Trump, em vez de pagar a sua quota-parte a um candidato, decidiu entrar ele próprio no jogo: «Eu ganho por ano 400 milhões de dólares, então que diferença é que faz para mim?»… Um outro multimilionário, Ross Perot, prometeu em 1992 «comprar a Casa Branca para a entregar aos americanos que já não a podem pagar». Provavelmente Trump vai, por sua vez, ser derrotado. Mas não sem antes ter esclarecido, à sua maneira, o funcionamento do sistema político norte-americano:«Eu sou um homem de negócios. Quando [candidatos] me telefonam, eu dou. Se preciso de alguma coisa dois ou três anos mais tarde, ligo-lhes e eles estão lá para mim». Hillary Clinton, antiga senadora de Nova Iorque e candidata às primárias democratas, também «lá» foi: «Disse-lhe para ela vir ao meu casamento, e ela veio. Sabe porquê? Entreguei dinheiro à fundação dela». Para conseguir um presidente incorruptível, sugere Trump, escolham-no a ele na lista dos grandes corruptores!
Uma sentença do Supremo Tribunal eliminou em 2010 a maior parte das restrições aos donativos políticos [1]. Desde então, as grandes fortunas exibem sem pudor os seus favores. Para explicar o número sem precedentes de candidatos republicanos à Casa Branca (dezassete), o New York Times revela que quase todos podem contar «com o apoio de um multimilionário, o que significa que a sua campanha já não tem uma relação real com a sua capacidade para angariar fundos dirigindo-se aos eleitores». John Ellis (Jeb) Bush já redefiniu a natureza dos «pequenos donativos». Para a maior parte dos candidatos, é menos de 200 dólares; para ele, menos de 25 mil dólares…
Três multimilionários – Charles e David Koch, Sheldon Adelson – tornaram-se, assim, os padrinhos do Partido Republicano. Os irmãos Koch, que detestam os sindicatos, pretendem gastar 889 milhões de dólares com as eleições do próximo ano, quase tanto como cada um dos dois grandes partidos. O governador do Wisconsin Scott Walker parece ser o favorito dos irmãos, mas três dos concorrentes deste responderam humildemente à convocatória que eles fizeram, na esperança de conseguirem também alguma parte da esmola [2].
Entretanto, o governador Walker está também a tentar agarrar Sheldon Adelson, a oitava fortuna do país e adorador do primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu [3]. Mais uma vez, ele não é o único a acarinhar o multimilionário octogenário. Há dois anos, Adelson considerava que os Estados Unidos deviam lançar mísseis nucleares sobre o Irão em vez de negociar com os seus dirigentes. Talvez os dezassete candidatos republicanos tivessem esta apreciação em mente quando debateram entre si a 6 de Agosto último. Em todo o caso, todos eles se opuseram ao acordo recentemente assinado entre Washington e Teerão.
sábado 5 de Setembro de 2015
Notas
[1] Ler Robert W. McChesney e John Nichols, «Estados Unidos: media, poder e dinheiro completam a fusão», Le Monde diplomatique – edição portuguesa, Agosto de 2011.
[2] Marco Rubio, Ted Cruz e Rand Paul, respectivamente senadores da Florida, do Texas e do Kentucky.
[3] Ler «Netanyahou, président de la droite américaine?», La valise diplomatique, 4 de Março de 2015, www.monde-diplomatique.fr.
Original aqui
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
1 de novembro de 1960 - John F. Kennedy ganha as eleições nos EUA
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quinta-feira, 5 de julho de 2012
Cartoons - Eleições EUA 2012 - 1
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quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Obama?
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domingo, 23 de novembro de 2008
Cartoons - A gigantesca tarefa de Barack Obama
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quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Ainda Barack Obama

Artigo de Jorge Almeida Fernandes no jornal Público de hoje:
Barack Obama - O Presidente global
1 - Os americanos elegeram um Presidente que foi previamente plebiscitado em todo o mundo. Chama-se Barack Hussein Obama. É negro, ou melhor, descendente de brancos e negros, filho de um imigrante vindo do Quénia, a personificação do "sonho americano". Para o mundo, a sua eleição simboliza a morte da América racista e assinala o fim da América arrogante. Para Thomas Friedman, colunista do jornal The New York Times, a sua eleição marca o fim de 147 anos de guerra civil.
A sua irresistível ascensão pode ser narrada como um conto de fadas. Passado o sonho, seguem-se a cruel prova da realidade e a previsível era das decepções, na América e fora dela.
Antes de mais, é útil interrogar o fenómeno, pela sua dimensão universal e pela sua dinâmica americana.
Quanto aos sarilhos, Obama já preveniu no discurso de vitória: "No momento em que celebramos esta noite, sabemos que os desafios que amanhã afrontaremos serão os maiores da nossa vida - duas guerras, um planeta em perigo, a pior crise financeira num século."
2 - Desde que os EUA são uma superpotência, as suas eleições são seguidas com interesse, até paixão, porque tocam os interesses de todos ou se revestem de um valor simbólico, como aconteceu com John Kennedy em 1960. No entanto, desta vez é diferente. Graças à crescente interdependência e às novas comunicações, europeus, asiáticos ou africanos envolveram-se na contenda e criaram as mais diversas expectativas em relação ao "seu" novo Presidente. Há a percepção de que pode mudar o mundo.
O poderio ou declínio da América, a arrogância imperial ou uma viragem internacionalista tocam todas as geografias. A popularidade de Obama é o reverso da impopularidade de Bush, que fez dos EUA a potência mais detestada do mundo.
Desde há meses que a mobilização das opiniões públicas levou à criação da figura de "eleição global". A vitória de Obama surge como uma "injecção de soft power", disse um analista. "Pela primeira vez os americanos têm uma rara oportunidade - a de eleger Presidente um homem cuja visão e cuja liderança são consideradas justas não só por muitos americanos como pela maioria do mundo", escreveu o indiano Muqtedar Khan, teólogo islâmico e colaborador da Brookings Institution. "A epidemia mundial de antiamericanismo pode ser instantaneamente deflacionada e o mundo mudará a sua percepção da América."
Os 27 da UE anteciparam-se à eleição enviando uma proposta de revisão das relações atlânticas. Os árabes esperam a resolução diplomática da crise do nuclear iraniano e uma saída airosa do Iraque. Muitos estrategos israelitas apostaram em Obama por o considerarem o mais capaz de travar o declínio da influência americana no mundo, a ameaça que mais temem. Todos sabem que o mundo mudou. E também mudou a América.
3 - A que se deve a ascensão de Obama? Trivialmente pode dizer-se: os americanos (tal como o mundo) estavam cansados de George W. Bush. É um fenómeno longo: o impasse militar e a crise moral derivados da invasão do Iraque, o mal-estar social, o declínio do seu estatuto internacional, a crise financeira que culminou na explosão de Wall Street em 29 de Setembro e pôs em causa o modelo económico republicano são alguns dos passos mais evidentes. Entretanto, a "vaga conservadora" e a "grande aliança republicana" que dominavam desde Ronald Reagan já estavam esgotadas. E a América mudava sociologicamente, com a emergência de uma nova classe média, que terá sido um importante actor nestas eleições.
Obama foi o intérprete do mal-estar e das novidades sociais. Numa situação de crise profunda, os eleitores não escolhem um programa detalhado de governo: procuram um líder. Ele deu-lhes um desígnio. Por isso funcionaram o discurso da "mudança" e o apelo ao fim da "guerra cultural" que divide e crispa as "duas Américas" desde a guerra do Vietname.
Para uns, é o Presidente mais à esquerda da história dos EUA, o "absolutamente azul", o "social-democrata" que ineditamente forçou as portas da Casa Branca. Na recta final da campanha, Obama voltou ao tema da reconciliação e da mobilização da América, que lançou na convenção democrata de 2004, ainda não era senador federal. Quer manifestamente o apoio de republicanos. John McCain, no seu notável discurso da madrugada de ontem, deu-lhe um forte sinal de resposta.
Obama revolucionou as regras do jogo e está em posição de força perante o seu partido e os congressistas. Escrevia ontem o diário on-line Politico: "Obama é o Google da política: tem uma perícia tecnológica e uma audiência que os seus concorrentes políticos não podem desafiar."
Será, antes de mais, o Presidente dos EUA, mas quase todo o mundo indicou que é a América dele aquela que prefere, como aliada ou como rival.
Barack Hussein Obama é o primeiro Presidente negro dos EUA. Por isso se pode repetir, em registo de celebração, e já não de tragédia, o título do Monde no 11 de Setembro: "[Hoje], somos todos americanos." Amanhã se verá.
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quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Barack Obama

Barak Obama foi eleito!
De uma forma esmagadora, os norte-americanos elegeram, pela primeira vez, um Presidente afro-americano e, desta forma, demonstraram a grande capacidade deste país para assumir mudanças, para quebrar tabus. Ontem fez-se História.
Depois do pesadelo que foi a governação de Bush, há esperança. Que ela se cumpra!
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terça-feira, 4 de novembro de 2008
Cartoons - Eleições nos Estados Unidos da América
Cartoon de Dick Locher
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domingo, 2 de novembro de 2008
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
Cartoons - Eleições nos Estados Unidos da América
Cartoon de Christo Komarnitski
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terça-feira, 28 de outubro de 2008
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
Cartoons - Eleições dos Estados Unidos 2008
Cartoon de Christo Komarnitski
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Corre! E não te deixes apanhar
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