Ideia: representação mental; representação abstrata e geral de um objeto ou relação; conceito; juízo; noção; imagem; opinião; maneira de ver; visão; visão aproximada; plano; projeto; intenção; invenção; expediente; lembrança. Dicionário de Língua Portuguesa da Texto Editora
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terça-feira, 5 de fevereiro de 2019
sexta-feira, 28 de dezembro de 2018
segunda-feira, 2 de abril de 2018
"The ghosts of the Arab Spring haunt Egypt’s sham election" - Sudarsan Raghavan and Heba Farouk Mahfouz
terça-feira, 12 de setembro de 2017
segunda-feira, 20 de março de 2017
domingo, 6 de julho de 2014
"Sisi channels Salazar…whoever he was"
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
A Europa e o Egito - "Egypte : l'Europe doit suspendre son aide"
Cartoon de Tom Jansen
Un crime de grande ampleur a été perpétré en Egypte. L'assaut donné par les forces de l'ordre, le 14 août, contre les campements de manifestants pro-Morsi au Caire a déclenché un bain de sang. Le bilan est désastreux : plus de cinq cents morts à travers le pays, selon des chiffres encore incertains.
sexta-feira, 16 de agosto de 2013
Egito: "Cairo massacre: After today, what Muslim will ever trust the ballot box again?"
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
terça-feira, 16 de julho de 2013
"Novas revoltas globais: o sentido está em disputa"
O levante, agora persistente, na Turquia foi seguido por uma revolta ainda maior no Brasil, que por sua vez foi acompanhada por manifestações menos noticiadas, mas não menos reais, na Bulgária. Obviamente, estes protestos não foram os primeiros, e muito menos os últimos, em uma série realmente mundial de revoltas, nos últimos anos. Há muitas maneiras de analisar este fenómeno Eu o vejo como um processo contínuo de algo que começou com a revolução mundial de 1968.
É claro que todas as revoltas são particulares em seus detalhes e na correlação de forças interna em cada país. Mas existem certas similaridades que devem ser notadas, se quisermos dar sentido ao que está acontecendo e decidir o que todos nós, como indivíduos e como grupos, deveríamos fazer.
A primeira característica em comum é que todas as revoltas tendem a começar muito pequenas — um punhado de pessoas corajosas manifestando-se sobre algo. E então, se elas “pegam”, coisa que é que é muito imprevisível, tornam-se maciças. De repente, não apenas o governo está sob ataque, mas, em alguma extensão, o Estado enquanto tal. Esses levantes reúnem tanto aqueles que querem a substituição do governo por outro melhor quanto os que questionam a própria legitimidade do Estado. Ambos grupos invocam o tema da democracia e dos direitos humanos, embora sejam variadas as definições que dão a esses dois termos. No conjunto, o tom dessas manifestações começa do lado esquerdo do espectro político.
O governo no poder reage, obviamente. Ou ele tenta reprimir as revoltas; ou tenta abrandá-las com algumas concessões; ou faz ambas as coisas. A repressão normalmente funciona, mas algumas vezes é contraproducente para o governo no poder, trazendo ainda mais pessoas às ruas. Concessões geralmente funcionam, mas algumas vezes podem ser ruins para o governo, levando as pessoas a ampliar suas demandas. De modo geral, os governos recorrem à repressão com mais frequência que às concessões. E, também grosso modo, a repressão tende a funcionar em um relativo curto prazo.
A segunda característica comum dessas revoltas é que nenhuma delas continua na velocidade máxima por muito tempo. Muitos manifestantes dão-se por vencidos após medidas repressivas. Ou são de alguma maneira cooptados pelo governo. Ou ficam cansados por causa do enorme esforço que as manifestações frequentes requerem. Essa diminuição da intensidade dos protestos é absolutamente normal. Ela não indica uma derrota.
Esse é o terceiro fator em comum, nos levantes. Embora terminem, deixam um legado. Mudam algo na política de seus países, e quase sempre para melhor. Forçam a entrada de alguma questão principal — por exemplo, as desigualdades — na agenda pública. Ou fazem crescer o senso de dignidade entre os extratos inferiores da população. Ou ampliam o ceticismo diante da retórica com a qual os governos tendem a encobrir suas políticas.
A quarta característica em comum é que, em cada onda de protestos, muitos que se unem ao movimento (especialmente os mais tardios) não chegam para reforçar os objetivos iniciais, mas para pervertê-los — ou para tentar conduzir ao poder político grupos de direita que são distintos daqueles que estão atualmente no poder, mas de maneira alguma mais democráticos ou preocupados com os direitos humanos.
O quinto traço em comum é que todos eles acabam envolvidos no jogo geopolítico. Governos poderosos, de fora do país nos quais os tumultos estão ocorrendo, trabalham intensamente (embora nem sempre com com sucesso), para ajudar grupos aliados a seus interesses a alcançar o poder. Isso acontece tão frequentemente que uma das questões imediatas sobre cada movimento específico é sempre — ou deveria ser — saber quais suas consequências, em termos do sistema mundial como um todo. Isso é muito difícil, já que os desdobramentos geopolíticos potenciais podem levar alguns a desejar rumos opostos às intenções anti-autoritárias originais do movimento.
Finalmente, devemos lembrar a respeito deste tema, e de tudo que está acontecendo agora, que estamos no meio de uma transição estrutural: de uma economia mundial capitalista que está se esgotando para um novo tipo de sistema. Mas ele pode ser melhor ou pior. Essa é a batalha real dos próximos vinte a quarenta anos. E a posição a assumir aqui, ali e em qualquer lugar deve ser decidida em função desta grande batalha política mundial.
Immanuel Wallerstein
terça-feira, 19 de março de 2013
Egito - "The Revolution Continues"
Egypt's cinematic drama has created a global audience that yearns for a hero and a happy ending. Yet the tale playing out in Cairo is not a Hollywood movie: Egypt is in the throes of a traumatic confrontation with modernity, which will continue to define the country's direction regardless of individual actors and political micro-dramas. This crisis was the primary cause for the Jan. 25, 2011 uprising against Hosni Mubarak, and the events of the past two years are merely the symptoms of Egypt's current state of affairs.
Na íntegra aqui.
Na íntegra aqui.
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Cartoons - "The Voice of Egyptian Women"
The new constitution’s articles do not talk about women’s rights or
freedoms and do not respect the international treaties that protect her dignity.
Therefore I see that if the constitution is implemented the woman will go
backward again and things will get worse. There are articles that the
constitution should have addressed and freedom should have been given to women
in many issues. The new constitution does not give rights to the divorced woman
nor the woman as the only breadwinner, and did not guarantee the female worker
equal rights. The only thing it leads to is allowing 13-year-olds getting
married. Many rights have been wasted that should have been protected. - Rona Elgebaly
Cartoon de Doaa Eladl
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
"Freeze Mubarak's stolen fortune"

To the G20 and other world leaders:
We call on you to immediately freeze any assets of the former Egyptian president Hosni Mubarak, his family, and his circle of friends and advisers -- so they can be investigated and returned to the Egyptian people; and to provide cooperation and assistance to Egyptian authorities under Article 51 of the United Nations Convention Against Corruption.
Assinem!
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
"Egito: Obama reafirma apoio norte-americano na transição"
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
"Wael Ghonim foi a injecção de adrenalina que reanimou a revolta"
"A liberdade é uma bênção pela qual vale a pena lutar.” A primeira mensagem que Wael Ghonim publicou no Twitter, após dez dias detido, voltou a ser de incitamento à sublevação. O executivo da Google, um dos principais promotores da revolta no Egipto a partir da Internet, estava preso desde 27 de Janeiro. Foi libertado esta segunda-feira.A Força da Juventude egípcia é um exemplo para o mundo!
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Tahir Square - amanhã às 15:00, em Lisboa
Prepara-se para este Sábado uma demonstração global de solidariedade para com os manifestantes pacíficos e corajosos que estão nas ruas do Egipto a tentar resgatar-se de uma ditadura de 30 anos.Nós, em 1974, seguimos o MFA. Eles vieram para as ruas e aguardam ainda que o exército os siga. Juntamo-nos a eles na Praça do Município, morada dos representantes da nossa cidade. Como tantos outros farão noutras praças pelo mundo intei...ro. Para, pacificamente como aqueles que apoiamos, dizer ao mundo e ao Egipto que a Praça Tahrir é em Lisboa.
Mas ATENÇÃO
—e o que se segue é uma informação, mas é também um apelo:
Por razões de calendário —as revoluções têm destas coisas e os movimentos espontâneos de apoio também— não foi possível, como é uso, comunicar ao Governo Civil. Se o fizéssemos, esta concentração só seria possível no início da próxima semana, se calhar tarde demais, e sem dúvida desfasada do movimento internacional. Donde, é ainda mais vital que sejamos pacíficos e cívicos. À imagem do povo que queremos apoiar e celebrar, e que tem dado ao mundo uma lição de coragem, civilização e entre-ajuda.
Sábado, às 15h. Passa palavra. Vem.!
No Porto na Praça do Cubo às 15:30
Em Coimbra na Praça 8 de Maio às 15:00
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
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