Ideia: representação mental; representação abstrata e geral de um objeto ou relação; conceito; juízo; noção; imagem; opinião; maneira de ver; visão; visão aproximada; plano; projeto; intenção; invenção; expediente; lembrança. Dicionário de Língua Portuguesa da Texto Editora
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quinta-feira, 2 de agosto de 2018
sexta-feira, 24 de novembro de 2017
"Cheias de 1967. A tragédia que Salazar quis esconder"
domingo, 5 de novembro de 2017
segunda-feira, 9 de outubro de 2017
domingo, 6 de agosto de 2017
Defender Veneza - La Serenissima
Por várias vezes os venezianos têm vindo a manifestar-se contra o turismo de massas e o esvaziamento populacional do centro histórico. Este esvaziamento é fruto da alta dos preços dos imóveis (seja para vender ou alugar), da substituição de serviços essenciais por lojas de souvenirs (diga-se, de passagem, de duvidosa qualidade) e da passagem de navios de cruzeiro pelos canais da cidade. Atualmente, a Lagoa de Veneza conta com menos de 55 mil moradores e perde mais de dois a cada dia.
Estive em Veneza em setembro de 2015. Aluguei um pequeno apartamento ao pé de San Polo e calcorreei ruas, fui de vaporetto aqui e ali, bebi o melhor vinho branco que me foi dado conhecer até hoje, deslumbrei-me com os palácios, praças, catedrais, ruas, ruelas e pontes. Fui feliz e tive uma das melhores experiências da minha vida.
O resto das fotos aqui.
Luigi Brugnaro, o presidente da câmara, proibiu recentemente uma exposição do grande fotógrafo veneziano Gianni Berengo Gardin que ilustrava o crime que a entrada dos grandes paquetes na pequena cidade.
Não é a mesma coisa, mas é bom pensar de que forma se pode regular um problema de que Lisboa começa a sofrer.
Agradeço à Joana Lopes.
sexta-feira, 14 de julho de 2017
"Chinese Citizens Evade Internet Censors to Remember Liu Xiaobo"
segunda-feira, 28 de março de 2016
domingo, 2 de novembro de 2014
O estranho caso da revista "Análise Social"
A revista Análise Social foi fundada em 1963. De acordo com o seu site:
A Análise Social é a principal revista portuguesa em ciências sociais e na área dos estudos sobre Portugal. Durante mais de meio século, a revista manteve o seu cariz inovador devido à capacidade para atrair trabalhos que resultam de investigação de topo, tanto teórica como empiricamente, e à originalidade e importância dos temas abordados.
A Análise Social é uma revista multidisciplinar, especializada nas áreas da Sociologia, da História, da Antropologia e da Ciência Política. Dá prioridade à publicação de artigos que em cada uma destas áreas:
Apresentem investigação empírica baseada em formulações e modelos teóricos;
Desenvolvam novos métodos de análise e investigação;
Usem conceitos heurísticos para a interpretação da realidade;
Contenham implicações teóricas da investigação empírica;
Contribuam para o desenvolvimento de perspectivas comparadas sobre os temas estudados.
Apesar de a maioria dos artigos publicados focar a realidade portuguesa, a Análise Social está aberta à publicação de artigos sobre outras regiões especialmente quando contenham visões inovadoras de uma perspectiva comparativa e analítica.
A Análise Social é publicada quatro vezes por ano, está indexada no SciELO/Portugal e tem um rigoroso sistema de arbitragem científica.
Isto é: é uma revista científica. Para além disso é a revista ciêntifica mais antiga de Portugal, com tradições de investigação séria, credível e de referência.
Não sou académica. Sou uma cidadã interessada por estas matérias. Desde há muitos anos que esta revista é, para mim, a tal referência cientítifica importante. Até porque a revista pertence ao ICS, supostamente o Centro de investigação de Ciências Sociais de referência em Portugal.
Acresce que a Análise Social teve em, durante muitos anos, Adérito Sedas Nunes uma das suas grandes referências.
Vem isto a propóstito do caso referente à polémica referente ao seu último número retirado de circulação pelo presidente do ICS devido ao artigo de Ricardo Campos A luta voltou ao muro.
De acordo com o que se sabe a Revista «Análise Social» suspensa devido a «linguagem ofensiva». Se caralho é ofensivo é só porque se refere a quem não convém.
A partir deste facto passou a existir uma polémica entre os que estão contra e os que estão a favor.
Não sendo sociológa ou coisa parecida não faço a menor ideia se o artigo é bom ou mau. Sinceramente, é o lado para que melhor durmo. Parece-me estranho que o presidente do ICS tenha interferido na vida de uma revista que, aparentemente, achou o artigo em causa, no mínimo, interessante.
Gostava de saber qual seria a reação de Jorge Almeida Fernandes se o jornal Público fosse retirado de circulação por um artigo seu de que o dono do jornal não gostasse.
Como cidadã fico muito preocupada. Este é o começo de uma nova censura a que alguns chamam dignidade.
domingo, 12 de outubro de 2014
"Ponto Final" - Baptista Bastos
Durante sete anos, às quartas-feiras, publiquei no Diário de Notícias, a convite expresso de João Marcelino, uma crítica de costumes e hábitos. Foram sete anos excelentes, de trabalho entendido como tal, e de uma estima comum que se converteu em amizade. Marcelino é um jornalista com os princípios marcantes de outro tempo, de integridade a toda a prova e de uma cortesia e camaradagem que se perdeu quando as palavras foram substituídas por números, e quem dirigia foi trocado por porta-vozes estipendiados. Como a personagem de Sartre, "je suis irrécuperable" na certeza das minhas convicções sem certezas absolutas. Vivo, ainda hoje, sob o fascínio das palavras e do seu poder subversivo. João Marcelino pertencia, e pertence, a essa estirpe de jornalistas conhecedora de que só as palavras aproximam os homens e nos ensinam da sua imperfeita grandeza. Ele e a sua equipa fizeram de um jornal cinzento, pusilânime e obediente um empreendimento cultural honrado e limpo. Honro-me de ter participado no projecto a que já não pertenço por motivos a que sou alheio.
Fui posto fora, mas não das palavras. Vou com elas, velhas amantes, para aonde haja um jornal que as queira e admita a indignação e a cólera como elementos de afecto, e sinais de esperança, de coragem e de tenacidade. Nunca João Marcelino admitiu recados nem aceitou encomendas enviesadas tendentes a amenizar o texto, portanto as ideias, do seu colaborador. Nos tempos que correm, o que em outros anteriores seria normal é, agora, virtude e coragem. Estou-lhe grato pela rectidão de carácter, tantas vezes demonstrada.
Claro que também tive o suporte de milhares de leitores. O número foi crescendo na medida em que eles percebiam que o autor não envilecera com a idade nem amolecera as indignações com o peso e as ameaças da época sombria. Na edição digital do DN, as minhas crónicas chegaram a obter 15 mil visualizações, dezenas de impressões e de envios. Admiti, tola soberba!, que havia quem encontrasse nas palavras semanais uma ração de esperança, um apelo à não desistência e um aceno de confiança na força interior de cada um. Apenas relato, não lamurio. Mas não posso calar o que me parece um acto absurdo, somente justificado pelas ascensões de novos poderes. Porém, esses novos poderes são, eles próprios, transitórios pela natureza das suas mediocridades e pelo oportunismo das suas evidências.
As palavras, meus dilectos, nunca são uma memória a fundo perdido. A pátria está um pouco exausta de tanta vilania, mas não soçobra porque há quem não queira. Se me aceitarem, estou entre esses. Não quero nem posso pôr um derradeiro ponto final no texto sem o dedicar a todos os que fizeram do Diário de Notícias o jornal que tem sido. E aos leitores que o ajudaram a ser.
Publicado a 08/10/2014 no DN
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
"Hands off our internet!"
At last month's World Conference on International Telecommunications, the internet came under attack by governments who wanted increased control over the web. Thanks in part to global public pressure, their efforts failed. But in the 61 countries above – because of poor or monopolised infrastructure – the internet is still at risk.
Assine aqui
terça-feira, 22 de maio de 2012
A Imprensa em Portugal - "Director-adjunto do 'Público' confirma telefonemas de Relvas"
Vamos lá recordar:No dia 18, é noticiado pela RTP que Ministro terá ameaçado uma jornalista do Público de divulgar, na Internet, dados da vida privada da jornalista: Conselho de Redacção do "Público" acusa Relvas de pressões sobre jornalista
No dia seguinte, de acordo com a diretora do Público, Miguel Relvas desmente mas pede desculpa. Um pouco contraditório.
Ontem foi anunciado que o PSD iria votar contra ao pedido de audição do ministro, pois o PSD considera oportunismo político.
Hoje o diretor adjunto do Público confirma pressões para condicionar publicação de trabalho de investigação e ameaças de revelação de elementos da vida privada de uma jornalista.
Agora é preciso o ministro demitir-se.
sábado, 7 de abril de 2012
Petição - "Save the Internet from the US"
Right now, the US Congress is sneaking in a new law that gives them big brother spy powers over the entire web -- and they're hoping the world won't notice. We helped stop their Net attack last time, let's do it again.Over 100 Members of Congress are backing a bill (CISPA) that would give private companies and the US government the right to spy on any of us at any time for as long as they want without a warrant. This is the third time the US Congress has tried to attack our Internet freedom. But we helped beat SOPA, and PIPA -- and now we can beat this new Big Brother law.
Our global outcry has played a leading role in protecting the Internet from governments eager to monitor and control what we do online. Let's stand together once again -- and beat this law for good. Sign the petition then forward to everyone who uses the Internet!
Members of the US Congress:
As concerned global citizens, we urge you to immediately drop the Cyber Intelligence Sharing and Protection Act (CISPA). Our democracy and civil liberties are under threat from the excessive and unnecessary Internet surveillance powers it grants. The Internet is a crucial tool for people around the world to exchange ideas and work collectively to build the world we all want. We urge you to show true global leadership and do all you can to protect our Internet freedom.
Assinar aqui
domingo, 12 de fevereiro de 2012
sábado, 11 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Exposição cancelada
O Museu de Arte para Crianças em Oakland (MOCHA) decidiu cancelar uma exposição de desenhos de crianças palestinianas da Faixa de Gaza. Veja alguns dos desenhos censurados.












quinta-feira, 8 de julho de 2010
segunda-feira, 22 de março de 2010
sexta-feira, 12 de março de 2010
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