sábado, 26 de Dezembro de 2009

Lembrar Gaza


Para evocar o massacre de Gaza!
Para exigir o fim do cerco ilegal a Gaza!

Para apelar ao apuramento da responsabilidade pelos crimes de guerra e crimes contra a Humanidade! Para exigir o levantamento do cerco ilegal a Gaza!

No dia 27 de Dezembro de 2008, as forças armadas do Estado de Israel desencadearam um assalto militar em larga escala contra toda a população de Gaza, após ano e meio de um bloqueio cruel que transformou 1,5 milhão palestinianos em reclusos nas suas próprias casas.

Os bombardeamentos massivos dos primeiros dias culminaram numa invasão devastadora. Na operação militar “Chumbo fundido” as forças armadas israelitas lançaram fósforo branco sobre zonas urbanas densamente populadas e lançaram fogo a mesquitas, escolas, hospitais, cimenteiras, instalações da ONU, padarias e habitações.

Finda em 18 de Janeiro de 2009, a operação assassinou mais de 1400 palestinianos, a maior parte civis – crianças, mulheres e idosos – e causou ainda milhares de feridos em três semanas de violência desmedida.

Israel invocou auto-defesa como justificação para o ataque contra Gaza e chamou à operação uma guerra, mas, na verdade, foi um massacre! A consciência do mundo ficou chocada com esta demonstração de força militar desumana.

Passado um ano sobre o massacre, o cerco ilegal a Gaza continua e a ocupação e colonização israelita dos territórios palestinos intensifica-se. e não permite ao povo palestino recuperar da destruição.

Não nos podemos esquecer de Gaza!

A Iniciativa Lembrar Gaza convoca, por isso, uma vigília, no próximo dia 27 de Dezembro, pelas 15h, frente à Embaixada de Israel, em Lisboa, para evocar, solenemente, as vítimas e a destruição, os crimes de guerra e contra a Humanidade e exigir o cumprimento do direito
internacional e o levantamento do cerco ilegal a Gaza!

Organizações e personalidades subscritores da Iniciativa Lembrar Gaza:
-SPGL - Sindicato de Professores da Grande Lisboa
-CGTP - Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses
-CPPC - Conselho Português para a Paz e Cooperação
-MPPM - Movimento pelos direitos do povo palestino e pela paz no Médio Oriente -CIDAC - Centro de Informação e Documentação Anti-Colonial
-PCP - Partido Comunista Português
-BE - Bloco de Esquerda
-CMA-J - Colectivo Múmia Abu-Jamal
-Comité pela Palestina
-Fórum pela Paz e Cidadania
-AEFCSH - Associação de Estudantes da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da UNL
-ATTAC Portugal

Manuel Duran Clemente
Maria do Céu Guerra
Helena Roseta
Miguel Graça
Boaventura Sousa Santos
Paulo Sucena
António Avelãs
Paula Cabeçadas
Alípio de Freitas
Guadalupe Magalhães
Alan Stoleroff
Hélder Costa

sexta-feira, 25 de Dezembro de 2009

"Merry Christmas"


"Silent night"

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"Breve História do Presépio"

Em muitos países do Mundo, um Natal sem presépio não é Natal. Esses cenários coloridos que representam o nascimento do Menino Jesus, a adoração dos pastores e dos Reis Magos, são expostos tanto em igrejas como nos lares onde se passa o Natal em família. Trata-se frequentemente de valiosas peças que são passadas de pais para filhos.

Mas, os presépios nem sempre existiram, A tradição do presépio, na sua forma actual, tem as suas origens somente no século XVI. Antes dessa época, o nascimento e a adoração do Menino Jesus eram representadas de outra maneira.

Os Cristãos celebram a memória do nascimento de Jesus desde finais do séc. III. E, é precisamente nessa época que datam os primeiros testemunhos referentes a peregrinos que se dirigiam ao local de nascimento de Cristo, a gruta de Belém. O Nascimento de Jesus é representado em imagens desde o séc. IV: relevos em sarcófagos ou em instrumentos litúrgicos, assim como frescos, mostram a Virgem Maria, a adoração dos Reis Magos e o Menino a repousar no seu leito. A primeira réplica da gruta no Ocidente foi executada no séc. VII em Roma, onde em Santa Maria Maggiore um particular proveniente da gruta era adorado em relíquia. Mais tarde, colocou-se uma manjedoura de madeira nesse mesmo local, da qual provavelmente provem as tabuinhas que ainda hoje são veneradas como parte do presépio onde dormira o Menino Jesus.

O ano de 1223 assinala um acontecimento importante para o desenvolvimento da adoração do Menino Jesus: nesse ano São Francisco festejou a véspera do Natal juntamente com os seus irmãos e ciadadãos de Assis, não como habitualmente na igreja, mas sim na floresta de Greccio que se situava perto da cidade. Tinha mandado transportar uma manjedoura, um boi e um burro para o local, de forma a tornar a liturgia do Natal mais compreensível e acessível.

O Santo da aldeia de Greccio tinha assim criado uma nova Belém - uma Belém na Itália. Devido a esta encenação da noite do nascimento do Senhor, São Francisco de Assis é frequentemente visto como o inventor do presépio, o que no entanto, não corresponde de forma alguma à verdade, já que depois de São Francisco ainda se iriam passar mais três séculos até ao aparecimento dos primeiros presépios.

Na escultura do séc. XIII encontram-se testemunhos que englobam todos os elementos do presépio. No séc. XV começa-se a manifestar o desejo, típico para a forma de viver a religiosidade nessa época, de representar cenicamente e de uma forma muito espontânea, os acontecimentos bíblicos e o local onde sucederam, o que leva à criação de algumas reconstruções não modificáveis da Noite de Natal. Frequentemente estas representações eram compostas por figuras em tamanho natural, sendo expostas em salas de oração concebidas para o efeito. No gótico, na região do norte dos Alpes, encontram-se sobretudo presépios em retábulos com figuras talhadas que relatam os acontecimentos do Natal, completados por graciosas cenas do quotidiano. Normalmente, o painel central representa a adoração dos Reis, enquanto que pequenos relevos, com cenas como a anunciação aos pastores e seu caminho em direcção ao presépio, formam o pano de fundo.

Os painéis laterais interiores e exteriores mostram quase sempre cenas da vida da Virgem Maria e do Menino Jesus. No entanto, trata-se igualmente de composições estáticas, pois só abrindo e fechando os painéis que se consegue relatar o seguimento dos acontecimentos litúrgicos. Além das representações pictóricas, as interpretações de temas espirituais serviam igualmente para explicar os textos do Evangelho, que para muitos crentes eram absolutamente inacessíveis.

O desejo cada vez mais forte de encontrar reconstruções plásticas dos acontecimentos do Natal, irá por fim abrir um caminho que levará às representações pormenorizadas, que possibilitam ao observador uma identificação com as personagens históricas, e que hoje em dia conhecemos sob o nome de presépio. Em finais do séc. XV, as figuras das cenas de Natal, libertam-se pouco a pouco das paredes dos altares, começam a aparecer pequenos grupos de figuras que devido à sua plasticidade podiam ser admiradas de todos os lados. Inicia-se aqui a história do presépio. Somente a partir da época em que se começa a executar figuras soltas, frequentemente articuladas e tecnicamente independentes umas das outras, é que existe a possibilidade de montar cenas diferentes todas seguidas numa sequência pré-definida. É esta a característica principal que distingue o presépio de todas as outras formas de representação do nascimento de Cristo: o presépio é modificável e pode ser montado pelo artista que o executou, segundo as diferentes épocas do calendário litúrgico. Outros critérios são a colocação temporária do presépio em épocas difundidas e num espaço de tempo estabelecido e também o seu retorno regular todos anos.

O calendário do presépio começa normalmente com a anunciação à Viagem Maria, seguida pela visita a Santa Isabel, que está à espera de um menino, o seu filho São João Baptista. A procura de um albergue em Belém dá inicio ao ciclo do Natal em si. Segue a anunciação aos pastores e aos Reis Magos, assim como o cortejo destes dois grupos distintos em direcção ao presépio e a adoração. A fuga para o Egipto finaliza o circulo mais restrito dos festejos do Natal. Alguns presépios mostram como última cena as bodas de Canaã - o primeiro aparecimento de Jesus em público. Mas também havia, sobretudo em igrejas e conventos, os chamados presépios anuais, cujas figuras e adereços permitiam que se representasse todos os acontecimentos do ano eclesiástico, seguindo a ordem cronológica. Por vezes ainda eram mostrados os acontecimentos da Páscoa e da Quaresma, os chamados presépios da Quaresma.

Mas, um presépio não é somente constituído por figuras: a paisagem contribui da mesma forma como os edifícios que não se limitam somente ao estábulo para o efeito geral das cenas. Além do mais, a veracidade de muitas das cenas deve-se sobretudo aos pequenos adereços, os quais normalmente são típicos da região em que os presépios são executados.

Provavelmente, o cenário que hoje é conhecido como presépio, foi criado na Itália no séc. XVI. A primeira notícia sobre um presépio em uma casa privada, encontra-se no inventário do Castelo de Piccolomini em Celano, supostamente elaborado em 1567. Segundo consta do inventário, a duquesa de Amalfi, Constanza Piccolomini, possuia dois baús com 116 figuras de presépios com as quais representava o nascimento, a adoração dos Magos e outras cenas que não são especificadas. Até finais do séc. XVIII, eram sobretudo as cortes que se dedicavam à construção de presépios e que fomentavam esta arte, levando os artistas a criarem figuras de excepcional qualidade como vemos nos presépios Napolitanos.

Fonte: Clube Amigos do Presépio

"Prelúdio de Natal"


Tudo principiava
pela cúmplice neblina
que vinha perfumada
de lenha e tangerinas

Só depois se rasgava
a primeira cortina
E dispersa e dourada
no palco das vitrinas

a festa começava
entre odor a resina
e gosto a noz-moscada
e vozes femininas

A cidade ficava
sob a luz vespertina
pelas montras cercada
de paisagens alpinas

David Mourão-Ferreira

quinta-feira, 24 de Dezembro de 2009

O ano em imagens pelo "New York Times"


quarta-feira, 23 de Dezembro de 2009

Cinema - Clássicos - "Belle de Jour "



Realização de Luis Bunuel (1967)

Chet Baker



Chet Baker

"Act Now! Change the Future"

A origem do Pai Natal


Foi S. Nicolau que inspirou o Pai Natal.

Encontramos, na representação do Pai Natal, todo o simbolismo da personagem de S. Nicolau:
S. Nicolau ocupa um lugar privilegiado na tradição popular do Norte e do Leste da França, da Bélgica, da Holanda e do Luxemburgo. Na origem, S. Nicolau era o Santo Bispo de Myre (Lycie, Ásia Menor). A sua grande popularidade deve-se, essencialmente, à sua lenda. Não se conhece quase nada da sua vida. Foram-lhe atribuídos muitos milagres: salvou três oficiais condenados injustamente; interviu para preservar a honra de três donzelas; salvou barcos a afundarem-se; ressuscitou crianças, etc...

A festa de S. Nicolau - é ela que explica a importância que lhe dedicam alguns países da Europa - próxima do Solstício de Inverno, os serões entre mulheres, para a preparação dos próximos casamentos, a matança do porco (animal que representa um antigo símbolo pagão do mundo celta e germânico) assinalam uma passagem decisiva da vida na Terra e na existência daqueles que dela vivem. Antigos rituais de fecundidade estão na origem dos "charivaris" organizados pelos homens mais jovens destinados a assustar as jovens mulheres evocando o espírito dos mortos.

Ao longo dos anos, esta prática degenerou e tornou-se na festa contemporânea das crianças. A barba branca comprida de S. Nicolau encontramo-la no Pai Natal, a mitra de bispo transformou-se em boné, o casaco vermelho comprido encolheu. O Pai Natal viaja num trenó puxado por renas.

S. Nicolau viajava montado num burro. por este motivo, em algumas regiões de França, as crianças colocam debaixo do pinheiro de Natal, um copo de vinho para o Pai Natal e uma cenoura para o burro. O companheiro de S. Nicolau (que se chamava o "Père Fouettard", "Dame Perchta", "Hans Trapp" ou "Frau Hollé", consoante as regiões) participa directamente no simbolismo da fecundidade. Na lenda o "Père Fouettard" "o chicotadas" acompanhava-o para repreender as crianças que não se portaram bem.

A lenda instalou-se em toda a França e na Europa, e cada país ou região introduziu-lhe certas particularidades locais para uma melhor identificação da personagem.

Cada região de França adaptou a lenda de S. Nicolau à sua maneira e deu-lhe um nome diferente:
Chalande na Savoie,
Père janvier na Bourgogne e em Nivernais,
Olentzaro no país basco ou ainda
Barbassionné na Normandia.

Para os americanos, S. Nicolau é Sinter Klaas mais conhecido por Santa Claus.

Na Alemanha chama-se SANTA KLAUS.

Com a emigração dos alemães e dos holandeses no século XVII, o S. Nicolau foi levado para os Estados Unidos. Na América teve o desenvolvimento comercial que é do nosso conhecimento actual, transformou-se na sua maneira de vestir e na sua forma cultural para se tornar num Pai Natal mais convivial e em seguida regressou à Europa.

No século XIX, o escritor americano, Clément Clark, que era pastor, escreveu um conto de Natal para crianças, no qual aparece uma personagem simpática, alegre, sorridente. O Pai Natal tinha começado a adquirir os seus aspectos mais nobres. No trenó puxado por oito renas, começou a fazer sonhar milhões de crianças.

Neste conto, publicado em 1821, o Pai Natal é uma interpretação da lenda de S. Nicolau. A mitra foi substituída pelo boné, o báculo pela cevada, o burro por oito renas espertas. O S. Nicolau deixou de ser acompanhado pelo "Pére Fouettard".

Em 1809, o escritor Washington Irvig já tinha relatado as viagens aéreas de S. Nicolau durante a tradicional distribuição das prendas. É esta uma das razões pela qual o mito do Pai Natal fez sonhar tantas crianças.

Nesta época, O S. Nicolau era uma personagem distinta do Pai Natal. Foi a imprensa americana que reuniu num só e mesmo ser as diferentes personificações distribuidoras de prendas.

A publicação do famoso poema de Clement Clarke Moore, publicado pela primeira vez no jornal Sentinel, de Nova York, no dia 23 de Dezembro de 1823, intitulado A Visit From St. Nicholas contribuiu ainda mais para a unificação das personagens.

Recontado nos anos seguintes por importantes jornais diários americanos, esta história foi traduzida e relatada, mais tarde, em muitas línguas em todo o mundo.

Em 1860, o jornal Nova-Yorquino Harper's Illustrated Weekly, vestiu o Santa Claus com um fato vermelho, guarnecido de pele branca e subido com um cinto largo de couro.

Durante mais de trinta anos, Thomas Nast, ilustrador e caricaturista do jornal pintou em centenas de desenhos os aspectos da lenda de Santa Claus conhecido em França como sendo o Pai Natal.

Em 1885, Nast estabeleceu como residência oficial, do Pai Natal, o Pólo Norte,através de um desenho representando duas crianças a observar no mapa do mundo, o caminho percorrido pelo Pai Natal desde o Pólo Norte até aos Estados Unidos. No ano seguinte, o escritor americano George P. Webster retomava esta ideia e indicava que as manufacturas de brinquedos estavam instaladas e escondidas, durante os longos meses de verão, no gelo e na neve do Pólo Norte.

Existe também uma lenda russa que conta que o Pai Natal poderia ter sido o quarto Rei Mago que conduzia na estepe um trenó puxado por renas, cheio de brinquedos para as crianças.

Passaram-se dois mil anos e ele desistiu de encontrar o menino Jesus, então ele dá os presentes às crianças que encontra no seu caminho.

Justiça cega... e muda


O extraordinário Comunicado hoje emitido pelo PGR sobre o caso das escutas é inquietante e coloca-me interrogações sobre a legislação. Dele nada se conclui e o mistério continua.

Não sou especialista em direito, mas sim uma simples cidadã. Como tal questiono o facto de apenas 2 pessoas poderem determinar o que pode ou não pode ser do conhecimento público relativamente a factos em que estão envolvidas pessoas que são membros de Órgãos de Soberania. Parece-me que algo está mal.

terça-feira, 22 de Dezembro de 2009

Curiosidades da língua portuguesa - "A pensar morreu um burro"

A pensar morreu um burro



Significado: Quem pensa demais, deixa de agir.

Origem: A origem desta expressão vem famoso dilema criado pelo filósofo Jean Buridan (século XIV), de nome “O Asno de Buridan”.

Ao querer condenar todos aqueles que levam imenso tempo a tomar decisões, este pensador imaginou um burro cheio de sede e cheio de fome. Pior ainda, a sua sede era tão forte e tão intensa como a sua fome. De repente, vê-se à frente de duas tigelas. Uma estava cheia de água e a outra de comida. O que fazer? Deverá beber primeiro? Mas a barriga aperta tanto…

Não é difícil adivinharmos o fim da história: o burro ficou confuso de tal maneira, que acabou por morrer devido às duas carências. Como nunca mais se decidia…

Pena de morte - China

Mais cinco pessoas condenadas à morte após confrontos étnicos

Inverno


Começou hoje o Inverno

O Jazz e Lisboa estão de luto


Prédio do Hot Clube de Portugal ardeu

segunda-feira, 21 de Dezembro de 2009

Portugal na imprensa estrangeira - "Alto Alentejo, Unsung but Not for Long "


Artigo de Robert Goff no The New York Times

"No País das Maravilhas dos Oceanos: O Peixe Morcego Vulcânico Cego"

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Cimeira de Copenhaga = NADA!

Without ‘additionality’ of climate funds, Copenhagen adds up to nothing

O melhor golo do ano



Cristiano Ronaldo

Cartoons - "Rodeo na Luz"


Cartoon de Henrique Monteiro

Muro de Berlim - 20 anos - 11 - "Guerra Fria" - 24 - o final desta fantástica série

domingo, 20 de Dezembro de 2009

"O Homem Culto"


O Homem Culto

1.º Tem consciência da sua posição no cosmos e, em particular, na sociedade a que pertence;

2.º Tem consciência da sua personalidade e da dignidade que é inerente à existência como ser humano;

3.º Faz do aperfeiçoamento do seu ser interior a preocupação máxima e fim último da vida.

Ser-se culto não implica ser-se sábio; há sábios que não são homens cultos e homens cultos que não são sábios; mas o que o ser culto implica, é um certo grau de saber, aquele que precisamente que fornece uma base mínima para a satisfação das três condições enunciadas.

Bento de Jesus Caraça, no seu texto A cultura integral do indivíduo (conferência proferida na União Cultural Mocidade Livre, em 25 de Maio de 1933)

Os meus agradecimentos ao Sr. André da Livraria Lácio por me ter dado a ler este texto numa conversa de fim de tarde

Glenn Gould - Bach

Para ver e ouvir um génio


Há imagens que falam por si

Cartoons - "País a tremer"


Cartoon de Rodrigo

Conferência de Copenhaga - O não acordo


Copenhagen was at the brink of failure due to poor leadership combined with an unconvincing level of ambition - Kim Carstensen, Leader da WWF’s Global Climate Initiative.

Greenpeace - Climate rescue weblog

Without ‘additionality’ of climate funds, Copenhagen adds up to nothing

Muro de Berlim - 20 anos - 11 - "Guerra Fria" - 23