quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Assim vai a Europa! - Ainda Inglaterra

E agora?

The worst rioting in decades will cost the country more than money

BY AUGUST 11th, a shell-shocked London was picking up the pieces, as were Birmingham, Liverpool, Manchester and many other English cities. The apocalyptic images that had dominated the news for four nights—of outmanoeuvred police in heavy riot gear pitted against mocking, mobile and mostly young gangs of violent looters—had given way to more purposeful policing and prime ministerial promises of law and order. Firebombed police stations, burning city centres and gaping shopfronts were yielding to broom-wielding community clean-ups.

Nancy Wake - 1912/2011

Nancy Wake: SOE operative who fought with the Maquis and became No 1 on the Gestapo's list of most wanted agents

World Press Photo - 2003 - Jean-Marc Bouju


Foto de Jean-Marc Bouju

Notícias de Cuba! - Los Protestantes



Disco Recomendado - "Chico"



terça-feira, 30 de agosto de 2011

MOTELx 2011 - Há Cinema em Lisboa!

Tudo aqui

Em saldo


Portugal vai vender nos próximos dois anos todas as participações que detém nas grandes empresas estratégicas: EDP, REN, Galp, TAP, CTT, ANA, RTP, Lusa, os seguros da CGD, CP Carga e Águas de Portugal (AdP). É uma imposição da troika, mas também a vontade do governo.

Poder-se-á perguntar: vamos ficar aos outros países da União Europeia? Somos aqueles que somos diferentes e é "preciso" alterar a situação? O cidadão "comum" deve pensar que sim. Pelo menos é o que vê e ouve na televisão. É o que os "teóricos" do capital e alguns jornalistas vendem.

Só que não é verdade. Vejamos a situação que existe nos outros países relativamente aos setores estratégicos:

  • Transporte ferroviário - o estado detém na Espanha, França e Itália as empresas ferroviárias dos respetivos países e não há perspetivas de alteração; o estado alemão detém a Deutsche Bahn (DB) que tem como objetivo a expansão (já comprou a Arriva britânica).
  • Energia - o estado espanhol detém 5% da Enagas (a empresa de redes de gás) e 20% da REE (correspondente à REN portuguesa); em França, o estado tem 80% da EDF e 36% na Gaz de France Suez.
  • Correios - Há apenas 4 países na UE em que os correios são privados e apenas num deles, a Holanda, a 100%; na Alemanha a percentagem estatal é de 69,5% e na Áustria e Bélgica 50%; até o Reino Unido, campeão das privatizações, têm os correios 100% públicos; o mesmo se passa na Espanha, França, Finlândia, Dinamarca, Itália, Irlanda, Polónia ou Suécia.
  • Água - na maioria dos países domina a presença estatal; as exceções são o Reino Unido (90% privatizada) e França (80%).
  • Televisão - Só em Portugal está na agenda a privatização de um dos canais estatais.
A presença dos estados francês e alemão nas empresas, como acionistas, mantém-se elevada na energia, telecomunicações, televisão, banca e transportes por exemplo.

Então o que se passa? Se começarmos a ver o interesse da RWE alemã e da EDF francesa na privatização da EDP, ou da Siemens no sistema de sinalética do futuro TGV, começamos a ter luz ao fundo do túnel.

Esta UE é tudo menos solidária.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011