
No Rio de Janeiro fui abordada por um jovem estudante, Diogo Henriques, que vende a sua poesia na rua para ajudar a pagar o curso. Dei 20 reais e ganhei seis poemas. Um deles tocou-me especialmente:
Levitarás
Renunciei ao pedido de silêncio da
noite.
E lírico,
Encerrei prefixo infinito o ato.
Com a música que saía do rádio,
Tato, frequência.
Falo e fenda...
Despida de egoísmo;
Rasgastes do céu a ilusão indissolúvel
Em teu regaço a doce acolhida
Todo mistério tem resolvido
Iluminando o vasto universo azeviche
Em nossas viagens de corpo astral
poesia inLoco
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